Saúde coletiva é mais importante do que prazer individual
A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo aprovou ontem a lei que proíbe o fumo em locais coletivos. Assim, o parlamento paulista trabalhou do jeito que poderia sempre trabalhar: com os olhos voltados para a coletividade e não apenas como um escritório onde prefeitos precisam ir mendigar verbas. Está de parabéns a ALESP e os deputados, inclusive os 18 que votaram contra a lei (foram 69 votos a favor e 18 contra).
Com a lei, ficará proibido fumar em espaços coletivos, públicos ou privados, “total ou parcialmente fechados em qualquer dos lados”, exceto em residências, estabelecimentos que comprovem ser exclusivamente destinados ao fumo, como tabacarias, e em locais de culto religioso em que o fumo integre o ritual.
Agora, as discussões serão a respeito de inconstitucionalidade, fiscalização e outras particularidades… mas bem que poderiam ser sobre saúde pública mesmo, o foco desta lei. Afinal, o fumante passivo não pode pagar pelo prazer dos fumantes ativos… e muito menos as ruas das cidades deveriam ficar imundas com tanta “bituca” de cigarro jogada pelo chão.
Aqui, quero apenas levar informações científicas a respeito dos problemas do fumo para fumantes e não-fumantes. Veja os links e perceba a gravidade do problema:
- Fumo passivo mata sete pessoas por dia, diz estudo.
- Fumo passivo afeta comportamento das crianças.
- Fumo passivo aumenta infertilidade feminina.
- Dicas para vencer o tabagismo.
O Deputado Samuel Moreira (PSDB) disse algo importante durante a votação da lei contra o fumo: “Essa lei garante o direito individual d quem fuma e de quem não fuma”. Pois é, quem não fuma precisa mesmo ter os seus direitos à saúde preservados.
E eu continuo dando minhas palestras e meus treinamentos nas áreas da saúde, educação e no mundo corporativo. Mais informações: 14-81531885 ou pelo e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.










