Reginaldo Tech

Coaching Político

Archive for agosto, 2009

Estar longe, estar perto!

paracatu-2-ouro-024Há muito tempo eu viajo. Parece estranho dizer isto, mas é assim mesmo. Desde quando comecei a dar aulas, ainda no segundo ano da graduação em letras, comecei a viajar… pra todo canto. Marília, Presidente Prudente, Assis, Lins, Penápolis… foram algumas das primeiras cidades.

Viajei depois para Avaré, Botucatu, São Manuel, Jaú… sempre usando ônibus ou carro. Me acostumei a olhar a paisagem… a perceber as coisas da vida pela janela. E assim fui crescendo profissionalmente (e também pessoalmente). Conheci “gentes”. Encontrava pessoas em rodoviárias.

Depois, outras cidades começaram a entrar no meu mapa pessoal: Curitiba, Florianópolis, Salvador, Buenos Aires… mas estas foram viagens a passeio. E isto não conta. Um dia fui pra Santos… não mais para ver o mar, mas para navegar nas ondas do poetas e das poesias, nas minhas aulas de literatura. Daí foi São Vicente (da linda Ilha Porchat), Mongaguá, Guarujá, Praia Grande, Itanhaém e Peruíbe.

Mas teve também Americana, Lençóis Paulista… e outras tantas que já nem sei. Ultimamente, depois que comecei a trabalhar com humanização na saúde… e os treinamentos, palestras e consultorias em humanização na saúde, minhas viagens foram mais intensas… e bem longe! Agora mesmo estou em Paracatu/MG. Daqui a pouco irei para Brasília/DF.

E posso dizer que estou em várias cidades no momento, com trabalhos que vão acontecendo: Espírito Santo do Turvo, Macatuba, Santa Cruz do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, Santa Gertrudes… e vai Goiânia, São João Del Rey, Tiradentes… e eu vou ficando por aqui porque… viajar não precisa de explicação e nem de filosofias.

Conheça minhas palestras. Ligu: 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

posted by Reginaldo Tech in Comportamento, Desenvolvimento Humano, Gestão de pessoas, humanização da saúde, humanização na saúde and have No Comments

Resiliência e vontade de viver

resiliencia-1Existe uma palavra que anda nas bocas de acadêmicos e outros pesquisadores: resiliência. Uma palavra nova… ou… de uso novo. E o que vem a ser resiliência? Você sabe, caro webleitor? Vou dar o meu palpite, já que nos treinamentos de humanização na saúde, usamos muito algumas experiências para mostrar as atitudes de resiliência que pode ter. Então, vamos lá.

Resiliência é a capacidade concreta de voltar ao estado natural de excelência, superando uma situação crítica. Não fosse isso, toda vez que algo crítico acontecesse, a pessoa nunca voltaria ao “normal”, que é esse estado de superação. Mais do que um termo usual… e muito agregado a palestras e trabalhos nas área de desenvolvimento humano e gestão de pessoas, resiliência é uma atitude. Concreta!

resiliencia-2Pois bem! Eis aí um caminho… porém, algumas pessoas me perguntam: como fazer isso? Como construir essa capacidade? Minhas respostas são sempre no sentido do interior da pessoa. Não adianta querer e não fazer. Superar é locomover-se no sentido da positividade… do “dar certo”. Se algo de ruim acontece, necessariamente algo de bom vai acontecer no instante seguinte. Mesmo que você não acredite nisso.

E aí não tem nenhuma base mística, mas apenas científica. A física quântica explica isso. E vai mais longe: é aquela história de que “se você joga uma bola azul numa parede, ela só pode voltar azul… e nunca amarela”. Então, meu camarada, vá em frente e busque do fundo da alma as forças necessárias para sensibilizar-se a sim mesmo. E assim vai a vida.

Humanizar a saúde não é receber o usuário com sorrisinhos… mas resolver os problemas dele com bom humor. Assim, reconstruir a vida é usar a resiliência como  boa saída, de maneira estratégica. Sabendo o que se está fazendo. Respire corretamente, concentre-se de alguma forma, mude a alimentação, fique mais com seu filho, agradeça mais ao criador, perceba as coisas boas, esqueça os problemas e foque nas soluções, reconheça: este mundo é realmente maravilhoso.

Quer saber mais? Quer ver minhas palestras? Ligue: 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

posted by Reginaldo Tech in Comportamento, Desenvolvimento Humano, humanização na saúde and have No Comments

Humanizacast, o podcast da Humaniza Brasil, tem projeto ampliado

humanizacast1Quero dar esta notícia em primeira mão: a experiência de gravação de podcast, com transmissão ao vivo pela net (tornando-se um videocast) e utilização das mídias sociais: twitter, msn, orkut, skype e o próprio chat de interatividade do ustream, realizada na última quarta-feira, 19 de agosto, pela Humaniza Brasil, com infra-estrutura total da SmartIS agência digital, quando se discutiu a gripe suína, vai ser ampliada.

A Humaniza Brasil, cliente SmartIS, vai dar sequência ao Humanizacast, que será, inicialmente, quinzenal… e terá como foco principal a saúde em todas as suas vertentes. Ou seja, não apenas a saúde curativa, falando-se de hospitais, unidades de saúde e médicos, mas a saúde vista de forma ampla. Por exemplo, estamos acertando para levar, no próximo Humanizacast, o prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho, quando queremos abordar “ambientalismo é saúde”. Isto também é humanização na saúde.

Assim, a parceria da Humaniza Brasil, cuja coordenação executiva é respondida por mim, Reginaldo Tech, com a SmartIS, dos empresários de mídias digitais Paulo Milreu e Gustavo Ferreira, vai dando cada vez mais certo, na busca de cumprimento de missão de responsabilidade social e de bons clientes.

Portanto, já fica aqui o convite: na semana do dia primeiro de setembro, outro podcast com transmissão ao vivo pelo www.humanizabrasil.org.br. Mais informações, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

posted by Reginaldo Tech in Desenvolvimento Humano, Humanizacast, humanização na saúde and have No Comments

Assista o #humanizacast sobre a gripe suína

Assista a gravação do #humanizacast sobre a gripe suína. Participaram Reginaldo Tech, Paulo Milreu, Heloísa Ferrari Lombardi, Luiz Roberto Relvas e Kláudio Cóffani.

GRAVAÇÃO
Live Broadcasting by Ustream

Participe do chat:

posted by Reginaldo Tech in Comportamento, Desenvolvimento Humano, Saúde, humanização na saúde and have No Comments

Hoje, às 18h30, transmissão ao vivo de bate papo sobre gripe suína pela internet: blog da Humaniza Brasil

Hoje, dia 19 de agosto, às 18h30, a Associação Humaniza Brasil começa um novo projeto: transmissões ao vivo pela internet de bate papos, verdadeiros cafés de conversa, sobre temas relacionados à saúde. O Humanizacast, como está sendo chamado, é um misto de videocast (com transmissão ao vivo), podcast, chat e uso de mídias sociais, como twitter, orkut, msn, skype, myspace e msn.

A transmissão ao vivo poderá ser acompanhada pelo blog www.humanizabrasil.org.br e mais cerca de 30 blogs que formam o pool de transmissão. Todo o material ficará disponível na internet após o evento de hoje. Para realizar o projeto, a Humaniza Brasil fez parceria com a SmartIS – agência digital e pm&c associados – inteliência e estratégia.

O Humanizacast vai discutir, nessa primeira edição, saúde e gripe suína e terá a participação do prof. Reginaldo Tech (coordenador de humanização na saúde da Humaniza Brasil); prof. Paulo Milreu (especialista mídias digitais); prof. Luiz Roberto Relvas (biomédico e antropólogo); prof. Kláudio Cóffani (ambientalista) e Heloísa Ferrari Lombardi (enfermeira e diretora da Saúde Coletiva de Bauru. Um técnico do Ministério da Saúde deve participar via skype.

Acesse às 18h30 de hoje, 19 de agosto, o blog da Humaniza Brasil e participe ao vivo. A ideia do evento é mobilizar a população para precauções contra a gripe suína e em favor da saúde.

posted by Reginaldo Tech in Comportamento, Saúde, humanização na saúde and have No Comments

Mídias digitais a serviço da saúde pública: Humaniza Brasil reúne parceiros para discutir a gripe suína. Escolas precisam saber lidar com a gripe. Veja dicas básicas.

Foi só dar o start e as pessoas já começaram a chegar mais. É assim no mundo dos nerds e não nerds das mídias digitais. É só jogar uma boa ideia na rede que muita gente se aproxima. Estou aprendendo muito com essas experiências. Desde um bate papo sem compromissos… até a gravação de podcast, as mídias digitais juntam pessoas.

Foi pensando nisso, que sugerimos ao comando da Humaniza Brasil e aos parceiros da saúde pública uma iniciativa interessante: um pool de blogs trabalhando pela saúde pública transmitindo debates ao vivo, gravando vídeocast e podcast e também utilizando todas as mídias digitais possíveis para disseminar informações e veicular notícias sobre saúde preventiva, principalmente sobre a gripe suína (neste momento).

Assim, na próxima quarta-feira vamos iniciar este projeto. Leia mais no blog da Humaniza Brasil. Por hora, vamos aproveitando para dar algumas dicas sobre a volta às aulas, que acontece nesta segunda-feira, dia 17 de agosto:

1. cada aluno deve levar sua garrafa de água identificada;

2. os bebedouros dever ficar desligados;

3. cada aluno deve levar uma caixinha de lenço descartável;

4. a escola deverá higienizar todas as carteiras antes do início das aulas;

5. a escola deverá manter álcool em gel em todas as salas, solicitando que os alunos usem;

6. a escola deverá observar contatos entre alunos, solicitando a máxima atenção;

7. os alunos que estiverem doentes deverão permanecer em casa;

8. deve-se evitar o contato direto entre as pessoas; e

9. as salas deverão ser mantidas com ventilação.

Estas precauções são necessárias até que tenhamos combatido o vírus H1N1.

posted by Reginaldo Tech in Comportamento, Desenvolvimento Humano, Educação, Treinamento, humanização da saúde and have No Comments

10 dicas legais sobre a gripe suína / Influenza A (H1N1)

Na semana passada estive em Brasília, participando do II Seminário Nacional de Humanização. Além de trocas de experiências sobre o HumanizaSUS, também falamos bastante sobre a gripe suína. Passo abaixo 10 dicas importantes sobre a gripe, repassadas pelo Ministério da Saúde.

1. Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos dá a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.

2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?

Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

3. Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?

Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

5. Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?

Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.

6. Se o exame não é realizado em todas as pessoas, isso significa que o número de casos registrados será subnotificado?
É importante ficar claro que vários países estão adotando a mesma prática, por recomendação da Organização Mundial da Saúde. Vamos continuar a registrar o número de casos. Como já ocorre com surtos de gripe comum, vamos confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, temos no Brasil 62 unidades de “Rede Sentinela” em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus influenza e ocorrência de surtos. Essa rede permite que as autoridades sanitárias monitorem a ocorrência de surtos devido ao vírus da gripe comum — e, agora, do novo vírus — por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência. É importante ficar claro que, a partir de agora, o objetivo não é saber se todos os que têm gripe foram infectados por vírus da influenza sazonal ou pelo novo vírus. Com o aumento no número de casos, passamos agora a trabalhar com o diagnóstico coletivo, exceto para aqueles que podem desenvolver a forma grave da doença, seja gripe comum ou gripe A.

7. Quais os critérios de utilização para o Tamiflu?

Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o Tamiflu. Os demais terão os sintomas tratados, de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o Tamiflu. Esse grupo de risco é composto por: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), e também pessoas com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

8. O medicamento está em falta?
Não. O Ministério da Saúde possui estoque suficiente de medicamento para tratamento dos casos indicados. Além de comprimidos para uso imediato, temos matéria-prima para produzir mais nove milhões de tratamentos.

9. Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

10. Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

FONTE: site oficial do Ministério da Saúde.

Palestras, treinamentos vivencias e consultorias: 14-81531885 ou pelo e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br. Entre no site da Humaniza Brasil.

posted by Reginaldo Tech in Comportamento, Desenvolvimento Humano, Saúde, humanização na saúde and have Comment (1)

Humanização na Saúde: qual é a minha?

maosCheguei do II Seminário de Humanização que ocorreu em Brasília ontem à noite. Na viagem, vim pensando em algumas coisas que vi, vivi, percebi e senti durante meus dias na Capital Federal. Conheci o coordenador da política nacional de humanização, Dário Frederico Pasche, e muitas pessoas de quase todo o Brasil que trabalham com humanização na saúde. Só por isso, valeu a participação no Seminário. Mas uma pergunta feita a mim minutos antes da minha saída do local do evento ficou na minha cabeça, pois não deu tempo de responder como eu gostaria. A pergunta foi: qual é a sua? E eu me pergunto agora: qual é a minha?

Meu primeiro professor de saúde pública e, antes da existência orgânica, de humanização na saúde, foi o médico e mestre em saúde pública, David Capistrano da Costa Filho, com quem tive o privilégio de trabalhar em meados dos anos 80, quando David foi secretário de saúde na cidade de Bauru, durante a gestão do prefeito Tuga Angerami. David também foi meu professor de política pois, segundo pessoas da época, enquanto uns faziam política contra a ditadura, eu escrevia poesias nas ruas da cidade de Bauru. Aprendi muito com os militantes mais velhos da época, com David e outros que militavam no comunismo clandestino da época. Eu era um jovem estudante, aprendiz e um tanto quanto ortodoxo em meus ideais e pensamentos.

Foi nessa época que fiz o curso de letras e, logo em seguida, comecei a dar aulas de literatura nos cursinhos pré-vestibulares do interior paulista (foram mais de 30 cidades por onde viajava “vendendo palavras e sonhos”). Depois de fazer o curso de letras, me atrevi a fazer jornalismo. Na época em que Ulisses Guimarães levantava a Carta Cidadã e a militância da saúde comemorava a criação do Sistema Único de Saúde, após longos anos de muita luta e predestinação, eu iniciava minha carreira na Universidade, onde lecionei durante 15 anos, vindo a ser coordenador do curso de comunicação e diretor da rádio universitária. A Universidade Estadual foi-me um grande aprendizado.

Mas para mim isso ainda era pouco, pois eu percebia o meu desconforto diante do excesso de teorias produzido, segundo o meu pensamento ainda ortodoxo, pela Academia. Creio que isso me veio também dos bons anos do curso de mestrado em análise do discurso na Unesp de Araraquara. Mas, o que pegou mesmo foi quando fiz o doutorado… e, no meio daquela teorização toda, decidi uma coisa: preciso ser prático e não teórico! Hoje mesmo, um amigo ainda dos tempos de cursinhos, me disse bem à vontade sobre este tema: “A Academia pensa, mas não realiza; quem realiza não pensa: tem interesses! O dono dessa frase é o ambientalista, geógrafo e advogado, Kláudio Cóffani. E eu fiquei pensando ainda: qual é a minha?

Após uma passagem de 4 anos pelo litoral paulista, onde aprendi a ver o mar; uns bons anos de cursos em áreas do desenvolvimento humano, onde aprendi a olhar o ser humano; e de resgate de ensinamentos de mestres como: David Capistrano, João Tidei Lima, Roberto Magalhães, Michel Foucault, Daniel Goleman, Augusto Cury, Susan Andrews, Everardo Duarte Nunes, com os quais aprendi ao vivo ou nos livros, percebi que era hora de mudar o rumo outra vez.

Fui conhecer melhor a política nacional de humanização através da leitura e estudo de sua teoria. Fui conhecer melhor a realidade da saúde, olhando, visitando e percebendo as coisas da saúde pública dos anos 2000, bem diferente daquilo que conheci nos anos 80, quando David Capistrano deixou Bauru e foi ser secretário de saúde e prefeito de Santos, no litoral paulista.

Mudei de rumo, deixei as salas de aula tradicionais quis ser prático. E me pergunto, respondendo a pergunta de Kláudio Cóffani: qual é o meu interesse? Ou seja, qual é a minha? E eu mesmo respondo, porque tá cheio de gente querendo responder por mim. Meu interesse hoje é realizar uma missão, com todo o aprendizado que recebi de um monte de gente. Realizar essa missão, agregando minha profissão a isso.

Chamei uns amigos que trabalhavam com desenvolvimento humano e saúde e criamos a Humaniza Brasil, que é uma associação, que logo vai virar instituto. E é assim que eu começo este novo momento, após participar do Seminário de Humanização em Brasília e conhecer a verdade (se é que ela existe) de perto. E vou passar meus próximos dias escrevendo sobre isso. Aguentem-me e falem comigo: 14-81531885 ou escrevapara@reginaldotech.com.br.

posted by Reginaldo Tech in Comportamento, Desenvolvimento Humano, Treinamento, humanização da saúde, humanização na saúde and have No Comments

Assista ao vídeos do II Seminário de Humanização na Saúde, gravados pela Rede HumanizaSUS

Entre nos links abaixo e assista aos vídeos do II Seminário de Humanização na Saúde, gravados e disponibilizados pela Rede Humaniza SUS:

Abertura da Conferência – 1a parte

Abertura do Seminário – 2a parte

Quer saber mais? Ligue para 14-81531885 ou 61-81362384. Mande e-mail para http://www.reginaldotech.com.br.

Acesse a Rede HumanizaSUS.

posted by Reginaldo Tech in Desenvolvimento Humano, Gestão de pessoas, Saúde, humanização na saúde and have No Comments