O que você faria se não tivesse medo?
Ontem eu refleti uma questão crucial, literalmente: insistir ou desistir. O efeito do texto foi borboleta, ou seja, rendeu chamadas no msn, skype e GTalk sobre as intenções daquele conteúdo. Rendeu discussões filosóficas sobre como agir proativamente, assertivamente. E eu, ontem, está ali na praça dando milho aos pombos. O que significa dizer que ontem eu desistiria, mas a coragem me fez insistir.
Aprendi com Susan Andrews que ativar a compaixão é uma boa saída, pricipalmente quando começamos isso com a nossa própria alma. Foi o que fiz, percebendo que a vida é nó… desatar nó… nó… desatar nó… e assim vai. Então, pensei em uma pergunta que devo ter lido em algum lugar: o que você faria se não tivesse medo?
Busquei a resposta no meu coração. Claro, o coração é mergulhado em conflitos… de todos os tipos. É ali que se guarda o amor e outros sentimentos bons. Na verdade, não é ali no órgão, mas na mente, num lugar que deve ter alguma ligação com o tal coração. Mas fiz o serviço e resolvi perder o medo.
Na sequência, já estava decidido a encontrar caminhos mais estreitos para a felicidade. Insisti na certeza e acalmei os sentimentos. Dali por diante, fui percebendo meus sentidos existindo melhor. Pude olhar ao redor e ver as coisas, as pessoas… o mundo, enfim. Continuei existindo!
Minhas palestras estão a sua disposição: escrevapara@reginaldotech.com.br ou 14-8153-1885.











