Suas emoções são o que você come!
A nutricionista Tatiane Godoi usou em post no seu site uma máxima interessante da nutrição: você é o que você come! Isso mesmo. Fora as brincadeiras que podem aparecer, porque, segundo a nutricionista, “ninguém quer ser uma torradinha sem graça”, aparece aí um conceito importante para a qualidade de vida das pessoas.
Vou fazer uma dobradinha com a Tatiane, não me envolvendo (por motivos óbvios) nas questões de alimentação, e falar um pouco sobre as questões emocionais que envolvem esta situação. Começo por falar que a todo momento as nossas emoções provocam situações físicas… e não o contrário. Ou seja, não é o físico que provoca situações emocionais, mas sim o emocional provoca situações físicas.
A alimentação correta é chamada de equilibrada. Portanto, teoricamente, alimentar-se corretamente é equilibrar-se. Na prática, isso que dizer que as nossas emoções dependem completamente da nossa alimentação.
Perceba: comer em excesso nos dá aquela “paradeira”, uma sensação de desconforto e morbidez. Já a alimentação feita de maneira equilibrada, algo como colorir o prato para um bom almoço, deixa as pessoas leves, tranquilas para o trabalho e o lazer.
Outra situação importante nesse caso é a ansiedade. Existem pessoas que comem rápido demais… o que pode trazer desatenção e falta de foco. As pessoas que não se alimentam corretamente estão mais propensas ao desequilíbrio físico e emocional.
Assim, alimentar-se bem e equilibradamente não significa apenas colocar nutrientes dentro no organismo, mas também oferecer ao corpo maior facilidade para ter melhores emoções.
Como disse Tatiane Godoi, “o homem primitivo comia simplesmente por instinto de sobrevivência”. Se estamos em 2011, não dá mais apenas para sobreviver… é preciso saber viver.










