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Coaching Político

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Copa do Mundo: a culpa é da bola!

Entrevistas, reportagens, matérias, fotos, tira-teima, gráficos, blá-blá-blá…e muita conversa! Eis o pré-Copa do Mundo: a bola é a culpada. Isso mesmo, caro leitor. Os jogadores já estão culpando a bola por quaisquer problemas que aconteçam no mundial de futebol. Engraçado isso, não é?

Mas esta é uma realidade cruel do nosso cotidiano: passar a culpa para alguém. Exato! Somo assim: sempre buscando um culpado para alguma situação, porém, normalmente apontamos o dedo para a frente, ofertando a culpa para alguém… e, dificilmente, para nós mesmos.

No entanto, é preciso refletir uma questão: na verdade, acho que a não devemos buscar culpados, sejam os outros ou sejamaos nós mesmos, apesar da dificuldade de se fazer isto. É que a culpa é uma coisa muito próxima da justificativa. Ou seja, vivemos nos justificando, ao invés de encarar de frente os problemas e resolvê-los.

Conheço uma técnica boa para resolver isso. Basta usar duas regras básicas de vida. A primeira: não se preocupe com ninharias. E a segunda: tudo é ninharia! Talvez assim, a gente deixe de ficar na culpa e nas justificativas… e viva bem melhor, com mais qualidade de vida e menos preocupações sem importância.

Ahhh… e a bola? Bom… a bola da Copa vamos deixar para o primeiro jogo do Brasil, que eu vou assistir no Rio de Janeiro. Bom isso, não é?

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Humanização na saúde é qualidade de vida

Pode falar o que quiser, mas não basta reunir as pessoas e falar, falar e falar sobre humanização, acolhimento e atendimento na saúde. Existe um princípio básico para esse tema: mudanças são necessárias! Porém, as mudanças não são provocadas apenas por conversas, mas por atitudes… e essas atitudes deve ser eficazes.

E alguém me pergunta: como se fazer, então? Algo que não é tão simples, mas nada impossível. Claro que este é um dos caminhos para se obter resultados, já que existem inúmeras experiências pelo Brasil que comprovam possibilidades de mudanças. A resposta é: um dos caminhos poder ser o desenvolvimento humano.

Desenvolvimento humano não é algo exclusivo para o mundo corporativo, mas uma área importante e que cresce com o surgimento de novos eixos de estudo e prática: a biopsicologia, a neurolinguística, a inteligência emocional e a gestão estratégica e humanizada. O desenvolvimento humano é, com certeza, um dos caminhos para se realizar a humanização e o acolhimento.

Mas o que é o desenvolvimento humano? Uma das respostas é: buscar no próprio homem as mudanças, pois a velha máxima nunca fica tão velha assim: “ninguém dá o que não tem”. Portanto, não adianta refletir e perceber que precisa mudar… é preciso realmente mudar. E esta mudança vem de dentro e não das teorias, referências e bibliografias que estudamos.

Não estou dizendo que a teoria não seja necessária, mas que a teoria é importante se praticada. Caso contrário, as teorias não mudam absolutamente nada. E não me venham com a velha conversa preconceituosa de que isto é “auto-ajuda”. Não é! Isto é estratégia, planejamento, organização e inteligência… coisas que muitas pessoas e instituições deixam de lado, sem perceberem que o mundo é mais rápido que uma flecha atirada.

Chega de preconceitos e velhas fórumulas falidas. Precisamos avançar… e, assim, vamos consolidar a humanização na saúde enquanto qualidade de vida para trabalhadores, gestores e usuários… dos sistemas público e privado. Se humanização na saúde é qualidade de vida, qualidade de vida também é humanização na saúde.

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Política Nacional de Humanização: você sabe o que é?

ambiente_saude_segurancaHistoricamente, muitos brasileiros ergueram a Política Nacional de Humanização. Desde David Capistrano da Costa Filho, médico sanitarista, secretário de saúde de Bauru e de Santos e prefeito de Santos, um dos ícones da implantação do SUS… passando pela Dra. Eliana Ribas, que foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002… por Gastão Wagner de Souza Campos, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tido como responsável e mentor da implantação da política nacional de humanização… até os atuais trabalhadores, profissionais e militantes do Sistema Único de Saúde, que são responsáveis pela execução (ou não) das práticas de humanização e acolhimento.

No fundo, a política nacional de humanização tornou-se um bem público, já que o trabalho de tantos agentes da sáude tem feito da PNH algo concreto, dentro das ideias e das práticas dos gestores e trabalhadores da saúde. O coordenador da PNH, Dário Pasche, em entrevista ao blog da Humaniza Brasil afirmou: “a PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos.”

Quando se olha o trabalho na ponta, ou seja, nas unidades de saúde, percebe-se que dois caminhos se estabelecem: quando as práticas é dirigida pelas ideias de humanização e acolhimento, estabelecidas dentro da PNH; e quando as práticas se distanciam da PNH. Num exercício metafórico, poderíamos dizer que sem a PNH, a saúde é algo como um jogo de boliche, onde você joga a bola e fica esperando para ver quantos pinos vão cair. O contrario, a saúde movida pela política nacional de humanização é como um jogo de pinball, onde é preciso estar sempre atento, movimentando-se e militando para que usuários e trabalhadores tenham verdadeira qualidade.

E falando em militância, não podemos esquecer do enorme quadro de pessoas que milita, na essência da palavra, em defesa do SUS e da política nacional de humanização. E estas pessoas estão espalhadas pelo Brasil, nas unidades de saúde, postos, centros… e todos os lugares onde se realiza o atendimento à população. Estas pessoas estão também na internet, como por exemplo na Rede HumanizaSUS, uma rede social colaborativa, que se constroi como uma grande mesa de debates sobre a PNH. Não dá para se falar em humanização na saúde sem dialogar na mesa da Rede HumanizaSUS.

Mas as redes não param por aí. O Orkut tem muitas comunidades que abarcam pessoas (militantes ou não) da humanização na saúde. Só nesta comunidade do Orkut (que tem várias outras) são mais de 83 mil pessoas inseridas de alguma forma em humanização na saúde. O Via6 também tem… e o Banco de Saúde é outra rede social com comunidade de humanização na saúde. Percebe-sem, entao, que a política nacional de humanização realmente deu certo, já que ultrapassou os limites dos mapas, com tantos consultores do HumanizaSUS trabalhando pelo Brasil, tantas pessoas pensando e falando sobre humanização, tantos corações pulsando a mesma energia: humanização e acolhimento na saúde do brasileiro!

Nós da Humaniza Brasil, há quase dois anos, estamos participando desse movimento, colocando nossas profissões para a disseminação da missão que é a “humanização na saúde”. Defendemos, por onde passamos, o Sistema Único de Saúde e a Política Nacional de Humanização, apesar de não termos qualquer ligação com o Ministério da Saúde. O nosso trabalho já tem o respeito de muitas instituições que trabalhamos. Esta é também a nossa missão, pois o SUS e a PNH, na verdade, somos todos nós. A força aglutina energia… e a vida se faz de forma concreta.

Se você quer saber mais sobre a política nacional de humanização, entre no site do Ministério da Saúde, clicando aqui. Se quer ler o texto da política nacional de humanização, clique aqui. Participe da Rede HumanizaSUS, clicando aqui. E se quer saber mais sobre a Humaniza Brasil, ligue para: 14-8153-1885 ou 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde: gestão estratégica também é um bom caminho.

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Reginaldo Tech criando Equipes de Trabalho e Humanização

Parece ser a mesma coisa. Parece também que a questão é apenas semântica. Mas, como se diz por aí, “o buraco é mais embaixo”. Me refiro às diferenças entre criar uma equipe de trabalho e um grupo. Aprendi sobre isso com um excelente consultor de vendas e gestão de lideranças: Luiz Alfredo Bigarelli Junior. Aprendi e uso os ensinamentos do Junior em minhas palestras, quando vou falar sobre a diferença entre equipe e grupo.

No sentido comercial, grupo é um conglomerado de empreendimentos e equipe é o conjunto de profissionais. Porém, quando falamos em execução de tarefas dentro de uma instituição, precisamos usar a nomenclatura que mais se adeque ao sentido que queremos dar ao trabalho.

É aí que entra a ideia de Bigarelli Junior: a questão não é apenas semântica, mas ideológica também. Grupo seria algo, de certa forma, desorganizado, enquanto equipe teria métricas, organização, planejamento. É por isso que falamos equipes de trabalho e não grupos de trabalho, passando a referendar o trabalho dentro do ideário da cooperação, do compartilhar e do colaborar.

Desse jeito: mexendo não apenas nas nomenclaturas, mas também solidificando a ideia real do que se quer quando criamos, por exemplo uma Equipe de Trabalho de Humanização (ETH) e não um grupo de trabalho. Criar a dimensão positiva do sucesso… esse é o caminho do trabalho em equipe.

Quer saber mais? Ligue 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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2010: Humanização na saúde precisa de ações de produção de saúde e não apenas de verificação de doença

ano-novo-2010-thumb100592602009 vai acabando e estou no meio do planejamento estratégico de 2010. São os projetos de humanização na saúde e, agora, os novos projetos de gestão estratégica e humanizada na saúde, acolhimento na educação e qualidade de vida. O trabalho vai indo bem e vamos ficar em planejamento até o dia 22 de dezembro, para voltarmos com tudo no dia 4 de janeiro.

Mas um ponto está em discussão permanente: qual é o modelo de saúde que devemos defender? A resposta já está dada, pois a Humaniza Brasil e todos os profissionais envolvidos trabalham com o desenvolvimento humano, ou seja, com a ideia da saúde preventiva ou… da produção de saúde.

O duro é ver que a maior parte da população e também os prestadores de serviço ainda teimam em trabalhaar com maior volume dentro da saúde curativa. Claro que esta saúde também é importante, mas todos deveríamos aumentar a quantidade de ações de qualidade de vida e prevenção.

É por isso que a Humaniza Brasil começa novos projetos, vinculando ao sucesso dos projetos de humanização na saúde, as práticas de qualidade de vida e de acolhimento na educação, dirigidos a secretarias de saúde, escolas, empresas, executivos e profissionais, principalmente das áreas de saúde e educação.

Quer saber mais? Ligue para 14-8153-1885 ou mande e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Vote contra o ATO MÉDICO: humanização na saúde vai perder, se lei for aprovada como está. A lei é importante, mas precisa de mudanças.

cartaz_ato_medico5O projeto de lei do Senado (PLS 268/02), que altera a regulamentação da profissão de médico é o tema da nova enquete da Agência Senado, em parceria com a Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública do Senado (Sepop). A enquete – “você é a favor ou contra a regulamentação do exercício da medicina nos termos do projeto PLS 268/02?” – ficará no ar até o fim de dezembro e pode ser acessada na página principal da Agência.

O chamado projeto do “ato médico” trata das atividades restritas aos médicos e tem provocado debates também entre os demais profissionais do setor de saúde. Durante a tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em 2006, porém, a relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) preferiu retirar do texto a expressão “ato médico”, dada a polêmica envolvida. Em seu lugar, a relatora usou a expressão “atividades privativas dos médicos”.

Na verdade, várias partes do projeto deveriam ser retiradas e não apenas a expressão ATO MÉDICO. Retirando-se esta expressão, a relatora apenas maquiou o projeto. Este projeto, não tenho dúvidas, é muito importante, mas não pode significar a reserva de mercado para os profissionais da medicina, que tanto precisam auxiliar no trabalho de humanização na saúde.

Em nossa caminhada pela humanização na saúde, através dos projetos da Humaniza Brasil, muitos médicos têm se posicionado a favor de um movimento mais forte dos próprios médicos em favor da humanização e do acolhimento, já que estes profissionais têm papel essencial no atendimento. Porém, ainda é pouco o número de médicos conscientes desse processo.

Se você quer saber mais sobre a Humaniza Brasil e seus projetos em humanização na saúde, gestão estratégica e humanizada na saúde e qualidade de vida, ligue para 14-8153-1885, 61-8136-2384  ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Gestão estratégica e humanizada na saúde é o caminho para humanização e acolhimento

formatura-lorena-mongagua-150Estamos fechando mais um ano de trabalho na saúde, com treinamentos, palestras e consultorias realizadas em várias cidades, incluindo-se os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e o Distrito Federal, pela Humaniza Brasil. Nesse tempo todo, pude perceber situações, problemas e soluções para aquilo que chamamos de “a ponta do SUS”. E o resultado não nos surpreendeu: a solução está mesmo na gestão estratégica e humanizada na saúde, ponto de partida do nosso trabalho.

Percebi a falta de protocolos de atendimento, o exagero da burocracia e pouco de humanização e acolhimento. A ponta do SUS faz parte do SUS, mas não é o SUS. Algo assim! Colaboradores e gestores desmotivados ou dentro de uma competição sem sentido. Falta de organograma otimizado e tambémde uma comunicação mais eficaz. Velhos problemas… que não terão solução se as mesmas saídas de sempre forem utilizadas.

É por isso que propomos alguns ajustes. O primeiro é que o ideário da política nacional de humanização seja utilizado por todos; o segundo é um diagnóstico mais real daquilo tudo que é a estrutura de atendimento ao público interno e ao público externo; o terceiro ajuste é a criação de grupos de trabalho que reorganizarão o organograma, criação o guia do usuário e também o grupo de trabalho de humanização.

Desse modo, estaremos, na prática, criando um movimento de trabalho de equipe e disseminando o cooperativismo e o trabalho colaborativo. Isso é o princípio do choque de gestão que deve ser feito em cada secretaria de saúde ou instituição prestadora de serviço ao SUS. Este é o movimento de humanização e acolhimento que propomos, saindo das burocracias e dos velhos grupos de discussão teórica.

Estou à disposição para o trabalho: ligue ou mande e-mail. 14-8153-1885 ou escrevapara@reginaldotech.com.br.

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“Viver a vida” assim não é o que queremos! A novela ultraja a vida real e usa o stress negativo.

Não costumo assistir a novelas, nem mesmo fico na frente da televisão por muito tempo. Me dá sono! Prefiro o silêncio do balanço das árvores que ficam bem em frente a minha sala (que não é de TV, mas tem uma TV); prefiro também o barulho das palavras, oferecidas pelas pessoas… em boas conversas em torno de uma boa mesa farta de boas comidas e bebidas bem geladas; e também prefiro o melhor dos sons… do rock and roll, passando pelo bom sertanejo de raiz, uma bela mpb, algo de jazz e blues… e mais um monte de coisa boa que a gente pode ouvir.

Mas, dia desses, acabei vendo umas cenas da novela global Viver a vida… e no outro dia também vi…e no outro também: era algo intrigante o que eu assistia. Percebi dentro da minha sala, no meu aparelho de televisão, uma telenovela… igualzinha a tantas outras que já passaram, com personagens de nomes idênticos, as mesmas situações, o mesmo lenga-lenga… e mais um ponto em comum com várias outras novelas: o ultraje à vida real… e um imenso uso de stress negativo. Negativo demais!

Tragédias, traições, embaraços, dor na consciência, medos, solidão, doenças, negativismos… neuras. E parece que a vida de todo o mundo é assim. Em cada esquina que a gente passa tem alguém fazendo o mal, em cada lugar que passamos tem alguém traindo, em cada pensamento tem o mal se realizando. Nada disso! O mundo é o contrário disso tudo que a novela insiste em mostrar como se fosse a única realidade.

Assisti alguns trechos da novela e me surpreendi com a imaginação negativista dos roteiristas. Não quero isso para mim… e vou desligar a TV! Assim como faço quando aparecem aqueles programas de mal gosto da tarde. Volto a ser feliz… sem esse tipo de LIXERATURA. E por hoje é só.

Saiba mais sobre minhas palestras que apenas falam de qualidade de vida, humanização na saúde, uso de stress positivo, amor e felicidade interna bruta: 14-81531885 ou escrevapara@reginaldotech.com.br. Entre no blog da Humaniza Brasil: www.humanizabrasil.org.br.

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Assista ao vivo a Conferência Municipal de saúde de Santa Cruz do Rio Pardo

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No próximo sábado vou falar às secretárias dos médicos… e quero dizer muitas coisas!

Hoje ainda é terça-feira! Pela frente, até sábado, ainda tenho 4 palestras. A quinta da semana é no sábado: vou falar às secretárias de médicos de Jaú, uma cidade que fica cada dia mais linda. O convite foi feito pela Unimed, regional Jaú, o que me deixou feliz, pois já havia feito duas palestras na Unimed Centro-oeste Paulista, em  Bauru da mesma empresa. E assim vai a vida… e o network se confirmando como uma das grandes ferramentas do século XXI.

E quero falar muitas coisas para as secretárias, que são o ponto inicial da humanização e do acolhimento. Vou falar sobre “atendimento, criatividade e resiliência”, através de uma palestra vivencial, cheia de coisas da vida e do coidiano pessoal e de trabalho. Este é mais um trabalho meu dentro dos projetos da Humaniza Brasil.Depois eu conto o resto.

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