Independente do que pensam as religiões, vou externar minhas ideias (agregadas de muitas outras ideias de várias outras pessoas) sobre espaço interno… ou, como quiserem: pensamento, mente, alma, espírito. No post anterior falei sobre espaço externo, como elemento vital das narrativas das nossas vidas. Hoje é a vez daquilo que está cá dentro.
Alguns (ideológicos, teóricos e racionalistas demais) acreditam muito na realidade concreta e, às vezes, deixam de lado questões importantes como a subjetividade do ser. Eis aí uma das diferenças entre o trabalho com desenvolvimento humano e o trabalho com gestão de pessoas.
Resumidamente, gestão de pessoas é algo como “gerenciar” (no significado moderno do termo) os colaboradores; e desenvolvimento humano é “gerenciar” as questões intermas das pessoas, entendidas exatamente como pensamentos e outros aspectos que envolvem mente, alma e espírito.
Ou seja, se de um lado é importante fazer, por exemplo, uma roda de conversa, por outro também é importante que esta roda consiga quebrar angústias, dilemas, projeções e outras situações internas de cada indivíduo. O caminho do meio é sempre o melhor, portanto trabalhar gestão de pessoas e desenvolvimento humano juntos é vital para o sucesso de qualquer trabalho.
No caso da humanização na saúde, é preciso exatamente avançar algumas casas, ou seja, evidenciar mais as questões como estresse, auto-estima e qualidade de vida de trabalhadores e de usuários, para que os resultados sejam mais satisfatórios. Rodas de conversa burocráticas são importantes, mas não são as únicas soluções. É preciso mais: torna-se imprescindível que os trabalhos em humanização na saúde optem por valorizar mais as questões internas dos indivíduos. Caso contrário, vamos demorar muito, mas muito tempo mesmo, para que os resultados sejam mais quantitativos.
Qualitativos já sabemos que os trabalhos com humanização e acolhimento são, no entanto, insisto: é preciso mais! Quer saber mais sobre minhas ideias, minhas palestras e treinamentos, ligue: 14-8153-1885 ou escrevapara@reginaldotech.com.br.

Hoje, a 3 dias do final de 2009, acordei com essa frase na cabeça. É que ontem estava lendo umas coisas sobre o Dr. David Capistrano da Costa Filho, o guerreiro da humanização, e lembrei-me do trabalho político dele, inclusive quando da campanha pela anistia dos exilados políticos, quando a frase de impacto foi “Anistia ampla, geral e irrestrita”. Peguei a frase e transformei em “Humanização na saúde: ampla, geral e irrestrita”.
Chico Buarque de Holanda, com toda sua felicidade e poética, falou forte sobre palavras, coisas e significados em sua canção “A voz do dono e o dono da voz”. Apenas o título da canção já é forte o suficiente para fazer crescer uma intenção proativa e libertária, que marcam o cancioneiro de Chico Buarque. Mas não é sobre Chico que quero falar, mas sobre os sentidos e sensações que suas canções fazem eclodir na sociedade.
Estamos aqui, na 

Estamos fechando mais um ano de trabalho na saúde, com treinamentos, palestras e consultorias realizadas em várias cidades, incluindo-se os estados de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e o Distrito Federal, pela 



