Reginaldo Tech

Coaching Político

Refazer o caminho e resgatar situações: dar qualidade à vida!

Esta vida é mesmo de aprendizagem, sob todos os aspectos. Não estou falando de aprendizagem acadêmica, pois essa realmente é necessária, mas de aprendizagem de vida, algo constante e virtuoso, que pode nos fazer crescer. Nessa minha boa jornada tive muitas aprendizagens de vida… e posso dizer que a experiência me mostra que os caminhos traçados deveriam mesmo ser traçados exatamente do jeito que foram. Explico: eu devia mesmo ter vivido tudo o que eu vivi. Aprendi sempre na prática, pois a teoria guarda uma boa distância da realidade.

Em todos esses momentos, consegui aprender coisas que me tornaram melhor. Não no sentido egoista, mas melhor no sentido de saber viver outras situações. Já tive experiências muito boas, outras excelentes, algumas tristes e, ainda outras, bem ruins. De todas elas, retirei algo. Sempre! O que podemos chamar de “fazer do limão uma limonada”, como o teatrólogo Mauro Rasi jogava para a plateia.

Agora mesmo, nesses dias, passo por uma situação em que mais ganho do que perco, já que é uma experiência inusitada e que vou aprendendo a lidar. Esse tipo de experiência não acontece da noite para o dia… pois é algo dentro de um processo, que dura um bom tempo. Falo do relacionamento humano, onde existem compatibilidades e incompatibilidades. Nesse caso, existe um provérbio bem legal que diz: “não te amo apenas por suas qualidades, mas apesar dos seus defeitos”.

Acontece que, neste caso, mirei nos meus defeitos… para não ficar olhando as qualidades/defeitos da outra pessoa, pois dos meus problemas cuido eu… e dos problemas dela, cuida ela! No melhor ritmo “cada um no seu quadrado”. Então, olhei para mim e falei: “mexe na tua vida”. E realmente mexi. Parece toque de mágica, mas não é. Isso acontece quando percebemos a imensidão da vida e o destino que nos reserva sempre algo muito interessante e importante. A vida em si é assim, cheia de desafios… e eu estou diante de mais um deles.

Assim, olho para as qualidades da pessoa e para os meus defeitos, retirando daí um caminho para melhorar o relacionamento e fazer da felicidade e da paz os focos principais. Depois disso é hora de aprofundar no amor… percebido agora não como um sentimento, mas como uma arte. Aprofundando-se no amor, chega a hora da decisão e da concretização de coisas boas. Isto aqui é uma teoria, mas é da teoria que nascem as atitudes e os comportamentos. E é preciso vivê-los plenamente, na mais alta positividade.

Dessa forma, resolvi trabalhar uma espécie de auto-coaching, ou seja, passei a me treinar. Isso depois de um desafio que recebi, quando esta pessoa me falou: “você não consegue se segurar”. E eu percebi que consigo sim… e tratei de me desafiar para isto… a partir de já. Mas este desafio já dura dois dias… e vou caminhando no processo. Ganhando experiência e fazendo do limão uma limonada… para melhorar a minha vida e a vida das pessoas que eu amo. E assim vai a vida!

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Tudo na vida tem um ciclo… e quando um ciclo se fecha, está na hora de abrir outro.

Ontem ouvi de uma amiga muito querida que a vida é feita de ciclos… e quando um ciclo se fecha é porque acabou o tempo daquilo que acontecia. Não sei se concordo muito com essa visão um tanto quanto conformista da vida. Eu acredito é em mudanças, porém, em mudanças reais… de todas as partes envolvidas na questão… ou… no ciclo.

Quando a situação começa a se tornar estressante, creio que chegou o final de um ciclo, o que não significa que terminou o tempo daquela situação. Se o ciclo terminasse o tempo da situação, não teríamos continuidade em todas as coisas que fazemos, pois em cada relacionamento, por exemplo, existem momentos, que vão se transformando.

Tudo começa com a paixão, que vai se desalinhando, tornando-se amor ou tornando-se afastamento. Se a paixão acaba e o amor continua, um ciclo se fecha e outro se abre. Mas se a paixão acaba e o afastamento começa, fechou-se o ciclo e também o tempo de convivência.

A pergunta é: o que estou fazendo com esta pessoa agora? Se a resposta é positiva, mesmo com todas as situações de conflito existindo, o caminho é a continuidade. Se a resposta é negativa, o caminho não pode ser outro se não o afastamento. Ninguém pode ficar com uma pessoa apenas pelo costume de estarem juntos.

Este posicionamento deve ser objetivo e transparente. Caso contrário, podemos entrar em rota de colisão… e sofrer da síndrome de adaptação. É algo a se perceber, muito mais do que se questionar. E por hoje é só. Bom carnaval!

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Eu só quero é ser feliz!

felicidade1Enquanto olhava, daqui do Evoé Eco Café, a feirinha de artesanato na Praça Portugal, em Bauru, lembrei-me de uma música que já nao toca mais nas rádios. Era algo assim: “eu só quero é ser feliz… andar tranquilamente na favela onde eu nasci”. Ritmo forte… conteúdo politizado… esta música veio fervilhar na minha cabeça, mistura ao som dos carros lá fora… e ao cheiro do bom café daqui.

E decidi continuar no meu caminho em busca da felicidade. Acabei de passar no supermercado e, enquanto comprava um vinho, as lembranças fervilhavam minha cabeça. Uma frase me veio assim, sem muitas palavras: “eu tenho saudade do tempo em que nós ríamos à toa”. Alguém me falou isso um dia… e meu inconsciente guardou e me trouxe de volta hoje.

felicidade3Fazer voltar o tempo é coisa de maluco… mas reiniciar tudo, dando um Ctrl + Alt + Del nas coisas amargas e tristes, é algo fácil de se fazer. O passado é algo que se passou há um segundo atrás… e o que nos resta é o presente, pois o futuro sempre está por vir. Portanto, carpe diem é a palavra de ordem para esta vida, a única que temos em mãos neste exato momento.

A sirene dos bombeiros toca lá fora… há algo de triste acontecendo! Enquanto isso, fico aqui, solucionando diletmas alheios; me preparando para o bom vinho e o calzone de palmitos desta noite; e percebendo que não sou eu apenas que quero ser feliz. Todos nós queremos.

Decido não resistir mais… e envolvo o passado, inclusive a sirene do carro de bombeiros que acabou de entrar na avenida Getúlio Vargas, numa nuvem de fumaças… pois tudo já se foi. O agora é agora… e esse pleonasmo vale exatamente para se decidir que sou igual ao planador “navegando” nos céus de Bauru… sou a leveza e a decisão da felicidade. Mas para isso preciso viver plenamente, como hoje de manhã, pedalando minha bicicleta junto com meu filho Giulio. Feliz vida… feliz final de semana!

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