Muito tem se falado a expressão “auto-ajuda”. Muitas vezes como forma de procura por uma solução fácil para os problemas; outras vezes, como maneira para se vender rapidamente algum livro; e, ainda, outras… de forma preconceituosa, vindas às vezes de pessoas que, pela importância dentro de uma situação, não deveriam ser preconceituosas, apesar de o preconceito não merecer qualquer crédito, seja lá quem for a pessoa.
Estou dizendo isso porque auto-ajuda é um termo consagrado que, na verdade, tem o sentido de “ajudar-se”, ou seja, a própria pessoa realizar as mudanças necessárias para qualquer situação. No fundo, creio que todos, em todas as situações, só modificam coisas se fizerem sozinhos, feito a auto-ajuda mesmo.
O caminho parece fácil, mas é o caminho mais difícil de seguir, pois depende apenas da vontade e das atitudes da pessoa que quer ajudar-se. Talvez, “ajuda mútua” seja uma expressão que auxilie no entendimento da questão, já que alguns autores e palestrantes podem mesmo colaborar nas decisões de atitudes proativas das pessoas que querem soluções e não mais os problemas.
Enfim, quem fala demais e atrapalha não ajuda-se e nem ajuda outras pessoas. Ajudar é socorrer, colaborar… e este é um bom caminho, quando as intenções são realmente positivas. Isto tudo faz parte do desenvolvimento humano e do trabalho de um coaching, o treinador que possibilita e auxilia.
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