Enquanto olhava, daqui do Evoé Eco Café, a feirinha de artesanato na Praça Portugal, em Bauru, lembrei-me de uma música que já nao toca mais nas rádios. Era algo assim: “eu só quero é ser feliz… andar tranquilamente na favela onde eu nasci”. Ritmo forte… conteúdo politizado… esta música veio fervilhar na minha cabeça, mistura ao som dos carros lá fora… e ao cheiro do bom café daqui.
E decidi continuar no meu caminho em busca da felicidade. Acabei de passar no supermercado e, enquanto comprava um vinho, as lembranças fervilhavam minha cabeça. Uma frase me veio assim, sem muitas palavras: “eu tenho saudade do tempo em que nós ríamos à toa”. Alguém me falou isso um dia… e meu inconsciente guardou e me trouxe de volta hoje.
Fazer voltar o tempo é coisa de maluco… mas reiniciar tudo, dando um Ctrl + Alt + Del nas coisas amargas e tristes, é algo fácil de se fazer. O passado é algo que se passou há um segundo atrás… e o que nos resta é o presente, pois o futuro sempre está por vir. Portanto, carpe diem é a palavra de ordem para esta vida, a única que temos em mãos neste exato momento.
A sirene dos bombeiros toca lá fora… há algo de triste acontecendo! Enquanto isso, fico aqui, solucionando diletmas alheios; me preparando para o bom vinho e o calzone de palmitos desta noite; e percebendo que não sou eu apenas que quero ser feliz. Todos nós queremos.
Decido não resistir mais… e envolvo o passado, inclusive a sirene do carro de bombeiros que acabou de entrar na avenida Getúlio Vargas, numa nuvem de fumaças… pois tudo já se foi. O agora é agora… e esse pleonasmo vale exatamente para se decidir que sou igual ao planador “navegando” nos céus de Bauru… sou a leveza e a decisão da felicidade. Mas para isso preciso viver plenamente, como hoje de manhã, pedalando minha bicicleta junto com meu filho Giulio. Feliz vida… feliz final de semana!
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Hoje quero falar um pouco sobre uma atitude importante nas nossas vidas: as decisões. Parece algo estranho falar sobre isso, mas é importante. No domingo, lendo o
Em meus treinamentos trabalho muito com isso: as decisões. Por exemplo, hoje mesmo recebi um e-mail e várias outras pessoas do meu círculo de amizade também receberam. Algo do tipo “falso e anônimo”, como todas as atitudes dos covardes, que também não vale à pena julgar. O que fiz? Tomei duas decisões. A primeira foi de usar esta situação em meus próximos treinamentos: em 8 cidades das regiões de Araçatuba, Bauru e Rio Preto. Farei treinamentos sobre revitalização de relacionamentos interpessoais, além de palestras e treinamentos de humanização na saúde.

