Reginaldo Tech

Coaching Político

Terça-feira: dia da lei de causa e efeito. Qualidade de vida é isso também!

Hoje, terça-feira, é dia de observar e trazer para a percepção consciente as escolhas que fazemos a todo momento. Ter bem claro que a melhor maneira de se preparar para todos os momentos do futuro é estar plenamente consciente do presente. Então, diante de qualquer escolha, pergunte-se: “quais serão as consequências desta escolha?”, “esta escolha vai trazer satisfação e felicidade a mim e aos outros que serão  afetados por ela?”.

É algo simples: o que você faz, volta para você. Isto é lei de causa e efeito. Portanto, pergunte ao seu coração e perceba a mensagem enviada por ele, através das sensações de conforto e desconforto; diante disso você saberá realizar uma escolha correta espontânea para si e para os outros.

Não perca tempo com coisas periféricas, se preocupando com a essência das coisas. Assim, você pode tomar a sua vida nas próprias mãos e realizar o seu processo de vida de maneira mais tranquila e eficiente. Perceba isto. Se quiser saber mais, ligue para 14-8153-1885 ou escrevapara@reginaldotech.com.br.

Conheça minhas palestras, treinamentos, consultorias e coaching para alunos do ensino médio. Conheça também o blog da Humaniza Brasil, o maior blog de artigos sobre saúde, humanização na saúde e qualidade de vida do Brasil.

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Política Nacional de Humanização: você sabe o que é?

ambiente_saude_segurancaHistoricamente, muitos brasileiros ergueram a Política Nacional de Humanização. Desde David Capistrano da Costa Filho, médico sanitarista, secretário de saúde de Bauru e de Santos e prefeito de Santos, um dos ícones da implantação do SUS… passando pela Dra. Eliana Ribas, que foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002… por Gastão Wagner de Souza Campos, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tido como responsável e mentor da implantação da política nacional de humanização… até os atuais trabalhadores, profissionais e militantes do Sistema Único de Saúde, que são responsáveis pela execução (ou não) das práticas de humanização e acolhimento.

No fundo, a política nacional de humanização tornou-se um bem público, já que o trabalho de tantos agentes da sáude tem feito da PNH algo concreto, dentro das ideias e das práticas dos gestores e trabalhadores da saúde. O coordenador da PNH, Dário Pasche, em entrevista ao blog da Humaniza Brasil afirmou: “a PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos.”

Quando se olha o trabalho na ponta, ou seja, nas unidades de saúde, percebe-se que dois caminhos se estabelecem: quando as práticas é dirigida pelas ideias de humanização e acolhimento, estabelecidas dentro da PNH; e quando as práticas se distanciam da PNH. Num exercício metafórico, poderíamos dizer que sem a PNH, a saúde é algo como um jogo de boliche, onde você joga a bola e fica esperando para ver quantos pinos vão cair. O contrario, a saúde movida pela política nacional de humanização é como um jogo de pinball, onde é preciso estar sempre atento, movimentando-se e militando para que usuários e trabalhadores tenham verdadeira qualidade.

E falando em militância, não podemos esquecer do enorme quadro de pessoas que milita, na essência da palavra, em defesa do SUS e da política nacional de humanização. E estas pessoas estão espalhadas pelo Brasil, nas unidades de saúde, postos, centros… e todos os lugares onde se realiza o atendimento à população. Estas pessoas estão também na internet, como por exemplo na Rede HumanizaSUS, uma rede social colaborativa, que se constroi como uma grande mesa de debates sobre a PNH. Não dá para se falar em humanização na saúde sem dialogar na mesa da Rede HumanizaSUS.

Mas as redes não param por aí. O Orkut tem muitas comunidades que abarcam pessoas (militantes ou não) da humanização na saúde. Só nesta comunidade do Orkut (que tem várias outras) são mais de 83 mil pessoas inseridas de alguma forma em humanização na saúde. O Via6 também tem… e o Banco de Saúde é outra rede social com comunidade de humanização na saúde. Percebe-sem, entao, que a política nacional de humanização realmente deu certo, já que ultrapassou os limites dos mapas, com tantos consultores do HumanizaSUS trabalhando pelo Brasil, tantas pessoas pensando e falando sobre humanização, tantos corações pulsando a mesma energia: humanização e acolhimento na saúde do brasileiro!

Nós da Humaniza Brasil, há quase dois anos, estamos participando desse movimento, colocando nossas profissões para a disseminação da missão que é a “humanização na saúde”. Defendemos, por onde passamos, o Sistema Único de Saúde e a Política Nacional de Humanização, apesar de não termos qualquer ligação com o Ministério da Saúde. O nosso trabalho já tem o respeito de muitas instituições que trabalhamos. Esta é também a nossa missão, pois o SUS e a PNH, na verdade, somos todos nós. A força aglutina energia… e a vida se faz de forma concreta.

Se você quer saber mais sobre a política nacional de humanização, entre no site do Ministério da Saúde, clicando aqui. Se quer ler o texto da política nacional de humanização, clique aqui. Participe da Rede HumanizaSUS, clicando aqui. E se quer saber mais sobre a Humaniza Brasil, ligue para: 14-8153-1885 ou 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Humanização na saúde: gestão estratégica também é um bom caminho.

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Reginaldo Tech criando Equipes de Trabalho e Humanização

Parece ser a mesma coisa. Parece também que a questão é apenas semântica. Mas, como se diz por aí, “o buraco é mais embaixo”. Me refiro às diferenças entre criar uma equipe de trabalho e um grupo. Aprendi sobre isso com um excelente consultor de vendas e gestão de lideranças: Luiz Alfredo Bigarelli Junior. Aprendi e uso os ensinamentos do Junior em minhas palestras, quando vou falar sobre a diferença entre equipe e grupo.

No sentido comercial, grupo é um conglomerado de empreendimentos e equipe é o conjunto de profissionais. Porém, quando falamos em execução de tarefas dentro de uma instituição, precisamos usar a nomenclatura que mais se adeque ao sentido que queremos dar ao trabalho.

É aí que entra a ideia de Bigarelli Junior: a questão não é apenas semântica, mas ideológica também. Grupo seria algo, de certa forma, desorganizado, enquanto equipe teria métricas, organização, planejamento. É por isso que falamos equipes de trabalho e não grupos de trabalho, passando a referendar o trabalho dentro do ideário da cooperação, do compartilhar e do colaborar.

Desse jeito: mexendo não apenas nas nomenclaturas, mas também solidificando a ideia real do que se quer quando criamos, por exemplo uma Equipe de Trabalho de Humanização (ETH) e não um grupo de trabalho. Criar a dimensão positiva do sucesso… esse é o caminho do trabalho em equipe.

Quer saber mais? Ligue 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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Entre nessa onda! Humanização na saúde é mudança de visão de mundo.

fotopreA Humaniza Brasil, organização focada na humanização na saúde, defende que o ano de 2010 é o ano da gestão nas instituições de saúde, pública e privada, no país. Concordo! E vou além: ano de gestão estratégica, algo que falta no universo da saúde pelo Brasil. A gestão na saúde ainda é acanhada, com pouca ousadia e muita “primeira marcha”, ou seja, a coisa vai sendo feita do jeito que sempre foi feita, sem muitas novidades.

O avanço tecnológico na medicina, as novas relações trabalhista e o respeito ao usuário devem ser o foco dessa gestão estratégica, que também precisa ser humanizada. É algo como ocupar espaços com a utilização de novas ferramentas… e sair da discussão teórica dos gabinetes, inserindo-se no meio real… para diminuir as filas.

Quando falo coisas assim nas minhas palestras e nos treinamentos, as pessoas se perguntam: “mas como vou realizar essa humanização”. O princípio é, exatamente, a mudança de paradigma, ou seja, quando um usuário do SUS chega em uma unidade de atendimento, os profissionais de saúde olham para a pessoa ou para a doença da pessoa?

070523_3Explicitando: é um fígado que está ali na frente do profissional ou é uma pessoa que, naquele momento, tem um problema no fígado? Assim… mudando a visão da imagem que se vê todos os dias… e não tentando mudar a própria imagem. Humanização é prática de produção de saúde… e isso é acolhimento.

Entre nessa onda: 14-8153-1885, 61-8136-2384 ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Eu sou um cuidador!

imagem2005-137Percebi que nos últimos anos tenho me tornado um cuidador da saúde. Este é o termo usado para nomear pessoas que não são profissionais da saúde, mas que atuam, de alguma forma como voluntários do setor. Seja voluntário social ou familiar, este tipo de trabalho é muito bem vindo dentro das práticas de saúde, principalmente na saúde preventiva.

Cuidar não é apenas ficar perto e auxiliar, mas otimizar e realizar algo colaborativo, no sentido mais moderno da palavra. Sou cuidador de trabalhadores e gestores da saúde, quando realizo palestras, treinamentos e consultorias no setor, já que tomo como base a humanização na saúde e a qualidade de vida.

sorrisoSou cuidador também quando permaneço com pessoas em algum momento de desconforto de suas saúdes. Cuidei de uma amiga que esteve com crise do sistema sanguíneo; do meu pai, com seus problemas de pessoas nervosa e cheia de doenças de fundo emocional; do meu filho, que quebrou o pé numa brincadeira com bola entre os amigos; de um desconhecido, acometido de um mal subido em uma rua de trânsito intenso. Percebi que cuidar é ser e não apenas estar. Ser presente… e não apenas estar ali.

Mas o trabalho do cuidador não se restringe aos aspectos tradicionais do cuidado. Não basta ajudar, auxiliar, colocar o travesseiro, levar de carro e ficar perto. É preciso ser próximo e observar o todo… e não apenas a pessoa que recebe os nossos cuidados. Observar! Isso mesmo. Ser atento, acolhedor das realidades que circundam a situação e assertivo nas decisões a serem tomadas. Todos devem ser tratados como iguais e humanos… e não como doentes.

enfermeiraUma sábia mensagem diz assim: não existem doenças, mas doentes. É preciso que se entenda esta mensagem de forma cristalina: as pessoas não se cuidam e viram doentes, as pessoas se vitimizam e viram dependentes, as pessoas se subjugam ao marasmo e repetem erros que não precisavam ser repetidos. Eu, mesmo sendo um treinador e um cuidador de pessoas, também estou afeto a situações com esta.

Mas o segredo é se envolver! Saúde integral, corpo e mente… esse é o caminho. Quer saber mais? Entre em contato: escrevapara@regianldotech.com.br ou pelo telefone: 14-81531885. Entre também no blog www.humanizabrasil.org.br.

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Como os médicos podem entrar no processo de humanização e acolhimento

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Reginaldo Tech com o Dr. Dieter Sielfeld, do Hospital Santo Amaro, do Guarujá, e pessoal do Hospital Stela Maris, de Guarulhos

Quando falamos em humanização na saúde, um dos nós que ainda persiste é a participação dos médicos nesse processo. A pergunta a respeito desse tema foi feita pelo médico Dieter Sielfeld, intensivista do Hospital Santo Amaro, do Guarujá, durante minha palestra no 1º Encontro de Humanização, onde proferi a palestra “A arte da humanização na saúde”.

Minha resposta foi objetiva: “operação homeopática”. Ou seja, é preciso primeiro compreender o ritmo de trabalho dos médicos para criar uma estratégia de tempo/ação para que esses profissionais se insiram nos trabalhos de humanização que estão sendo realizados em todas as partes do país.

Aliás, a participação dos médicos é primordial para que tudo funcione bem. Não adianta fazer trabalhos de humanização se os médicos não forem inseridos, de alguma forma, no processo. Parece até que apenas os demais profissionais e trabalhadores na saúde é que precisam de humanização.

Existem saídas e precisamos tilizá-las. Se você quer saber mais, entre no blog da Humaniza Brasil ou entre em contato pelo telefone 14-81531885 ou pelo e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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10 dicas legais sobre a gripe suína / Influenza A (H1N1)

Na semana passada estive em Brasília, participando do II Seminário Nacional de Humanização. Além de trocas de experiências sobre o HumanizaSUS, também falamos bastante sobre a gripe suína. Passo abaixo 10 dicas importantes sobre a gripe, repassadas pelo Ministério da Saúde.

1. Existe transmissão sustentada do vírus da Influenza A (H1N1) no Brasil?
Desde 24 de abril, data do primeiro alerta dado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre o surgimento da nova doença, até o dia 15 de julho, o Ministério da Saúde só havia registrado casos no país de pessoas que tinham contraído a doença no exterior ou pego de quem esteve fora. No dia 16 de julho, o Ministério da Saúde recebeu a notificação do primeiro caso de transmissão da Influenza A (H1N1) no Brasil sem esse tipo de vínculo. Trata-se de paciente do Estado de São Paulo, que morreu no último dia 30 de junho. Esse caso nos dá a primeira evidência de que o novo vírus está em circulação em território nacional. Todas as estratégias que o MS deveria adotar numa situação como esta já foram tomadas há quase três semanas. O Brasil se antecipou. A atualização constante de nossas ações contra a nova gripe permitiu que, neste momento, toda a rede de saúde esteja integrada para manter e reforçar as medidas de atenção à população.

2. Qual a diferença entre a gripe comum e a Influenza A (H1N1)?

Elas são causadas por diferentes subtipos do vírus Influenza. Os sintomas são muito parecidos e se confundem: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Por isso, não importa, neste momento, saber se o que se tem é gripe comum ou a nova gripe. A orientação é, ao ter alguns desses sintomas, procure seu médico ou vá a um posto de saúde. É importante frisar que, na gripe comum, a maioria dos casos apresenta quadro clínico leve e quase 100% evoluem para a cura. Isso também ocorre na nova gripe. Em ambos os casos, o total de pessoas que morrem após contraírem o vírus em todo o mundo é, em média, de 0,5%.

3. Quando eu devo procurar um médico?
Se você tiver sintomas como febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza, procure um médico ou um serviço de saúde, como já se faz com a gripe comum.

4. O que fazer em caso de surgimento de sintomas?

Qualquer pessoa que apresente sintomas de gripe deve procurar seu médico de confiança ou o serviço de saúde mais próximo, para receber o tratamento adequado. Nos casos de agravamento ou de pessoas que façam parte do grupo de risco, os pacientes serão encaminhados a um dos 68 hospitais de referência.

5. Por que o exame laboratorial parou de ser realizado em todos os casos suspeitos?

Essa mudança ocorreu porque um percentual significativo — mais de 70% — das amostras de casos suspeitos analisadas em laboratórios de referência, antes dessa mudança, não era da nova gripe, mas de outros vírus respiratórios. Com o aumento do número de casos no país, a prioridade do sistema público de saúde é detectar e tratar com a máxima agilidade os casos graves e evitar mortes.

6. Se o exame não é realizado em todas as pessoas, isso significa que o número de casos registrados será subnotificado?
É importante ficar claro que vários países estão adotando a mesma prática, por recomendação da Organização Mundial da Saúde. Vamos continuar a registrar o número de casos. Como já ocorre com surtos de gripe comum, vamos confirmar uma amostra de casos e todos os outros que tiverem os mesmos sintomas e no mesmo ambiente, seja em casa, na escola, no trabalho, na igreja ou no clube, serão confirmados por vínculo epidemiológico. Além disso, temos no Brasil 62 unidades de “Rede Sentinela” em todos os estados, com a função de monitorar a circulação do vírus influenza e ocorrência de surtos. Essa rede permite que as autoridades sanitárias monitorem a ocorrência de surtos devido ao vírus da gripe comum — e, agora, do novo vírus — por meio da coleta sistemática de amostras e envio aos laboratórios de referência. É importante ficar claro que, a partir de agora, o objetivo não é saber se todos os que têm gripe foram infectados por vírus da influenza sazonal ou pelo novo vírus. Com o aumento no número de casos, passamos agora a trabalhar com o diagnóstico coletivo, exceto para aqueles que podem desenvolver a forma grave da doença, seja gripe comum ou gripe A.

7. Quais os critérios de utilização para o Tamiflu?

Apenas os pacientes com agravamento do estado de saúde nas primeiras 48 horas, desde o início dos sintomas, e as pessoas com maior risco de apresentar quadro clínico grave serão medicados com o Tamiflu. Os demais terão os sintomas tratados, de acordo com indicação médica. O objetivo é evitar o uso desnecessário e uma possível resistência ao medicamento, assim como já foi registrado no Reino Unido, Japão e Hong Kong. É importante lembrar, também, que todas as pessoas que compõem o grupo de risco para complicações de influenza requerem avaliação e monitoramento clínico constante de seu médico, para indicação ou não de tratamento com o Tamiflu. Esse grupo de risco é composto por: idosos acima de 60 anos, crianças menores de dois anos, gestantes, pessoas com diabetes, doença cardíaca, pulmonar ou renal crônica, deficiência imunológica (como pacientes com câncer, em tratamento para AIDS), e também pessoas com doenças provocadas por alterações da hemoglobina, como anemia falciforme.

8. O medicamento está em falta?
Não. O Ministério da Saúde possui estoque suficiente de medicamento para tratamento dos casos indicados. Além de comprimidos para uso imediato, temos matéria-prima para produzir mais nove milhões de tratamentos.

9. Os hospitais estão preparados para atender pacientes com a Influenza A (H1N1)?
Atualmente, o Brasil possui 68 hospitais de referência para tratamento de pacientes graves infectados pelo novo vírus. Nestas unidades, existem 900 leitos com isolamento adequado para atender aos casos que necessitem de internação. Todos os outros hospitais estão preparados para receber pacientes com sintomas leves de gripe.

10. Como eu posso me prevenir da doença?
Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

FONTE: site oficial do Ministério da Saúde.

Palestras, treinamentos vivencias e consultorias: 14-81531885 ou pelo e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br. Entre no site da Humaniza Brasil.

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Assista ao vídeos do II Seminário de Humanização na Saúde, gravados pela Rede HumanizaSUS

Entre nos links abaixo e assista aos vídeos do II Seminário de Humanização na Saúde, gravados e disponibilizados pela Rede Humaniza SUS:

Abertura da Conferência – 1a parte

Abertura do Seminário – 2a parte

Quer saber mais? Ligue para 14-81531885 ou 61-81362384. Mande e-mail para http://www.reginaldotech.com.br.

Acesse a Rede HumanizaSUS.

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Brasília… lá vamos nós!O Seminário de humanização na saúde nos aguarda…

Nunca fui a Brasília! Já tive 4 oportunidades… mas perdi todas. Uma vez, na posse de um amigo que se elegeu deputado; outra em uma reunião da SBPC, quando dava aulas em cursinhos; e mais duas, quando a Fundação Educacional de Bauru estava para virar Universidade e a mesma coisa quando as Faculdades do Sagrado Coração também estavam no mesmo roteiro, virando Universidade do Sagrado Coração. Mas, agora, irei conhecer a Capital Federal.

brasilia1Na próxima segunda-feira, estarei embarcando rumo ao planalto central do país, onde participo do II Seminário de Humanização na Saúde, um encontro de cerca de 1500 pessoas para troca de experiências no setor. Vou levar a experiência da Humaniza Brasil, seus treinamentos, palestras, consultorias e execução de projetos.

Então, vou ter experiência dupla, conhecendo Brasília e participando do principal evento de humanização na saúde, área na qual atuamos há algum tempo. Todos os detalhes dessa viagem você vai ver aqui no meu blog e no blog da Humaniza Brasil, com notícias, imagens, vídeos e o uso dinâmico do Twitter.

Se quiser saber mais sobre os nossos trabalhos, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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O nosso programa de Humanização na Saúde

Quando se fala em humanização na saúde, logo se pensa em sorrisos e bons dias animados. Os gestores de saúde mais ligados nas burocracias das estruturas do ministério e das secretarias, com seus programas, ações e coisas do tipo, vão pensar nos dispositivos e nos planos de gestão. Mas nós, da Humaniza Brasil, nos atrevemos a pensar no desenvolvimento humano e, após estudar muito a Política Nacional de Humanização, contruímos um treinamento vivencial que agrega gestão de saúde e gestão de pessoas, sempre pensando na qualidade de vida de trabalhadores da saúde e de usuários do sistema.

Nosso treinamento é dinâmico, vivencial e essencialmente prático, construído a partir das necessidades e da realidade de cada lugar, seja secretaria de saúde, hospital, plano de saúde ou qualquer instituição que precise de capacitação em humanização e acolhimento, dentro dos dispositivos encaminhados pelo Ministério da Saúde.

Aliamos gestão de pessoas e gestão de saúde, com foco direcionado ao desenvolvimento humano, porque acreditamos que o trabalho inicial deve ser feito sempre com o “ser humano”, através de um programa básico que contempla: revitalização das relações interpessoais, uso do estresse positivo, trabalho proativo, boa auto-estima, talento e liderança, estratégias de empreendedorismo na saúde e comunicação integral.

Se você quer saber mais sobre os nossos projetos, entre em contato: 14-81531885 ou 44-99002013 (no Paraná). E-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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