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Coaching Político

Pesquisa aponta maior índice de estresse em casa, mas é preciso “se fazer algo com os resultados dessa pesquisa”.

A Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo realizou pesquisa sobre a incidência de estresse nos vários lugares em que as pessoas estão ao longo do dia… e os resultados não fugiram daquilo que se esperava. A maior incidência de estresse acontece mesmo em casa. Segundo a pesquisa, os resultados podem indicar um novo quesito para doenças cardiovasculares na modernidade: o estresse. Isso também já estava na pauta de muitos pesxquisadores sobre o tema.

Aprendi com a professora e pesquisadora Célia Retz, da Unesp de Bauru, que o segredo de toda pesquisa não é o resultado, mas o que se fazer com o resultado. Aprendi com a Dra. Susan Andrews, do Parque Ecológico Visão Futuro, que devemos usar o estresse a nosso favor. E, finalmente, aprendi com a vida, essa maravilhosa dádiva que recebemos de Deus, que viver positivamente é o melhor caminho, mesmo que isto seja um pouco complicado de se fazer.

Portanto, precisamos perceber o que os resultados dessa pesquisa nos dizem e o que se fazer com eles. Claro que a maior  incidência de estresse acontece em casa… após horas no trânsito, trabalho e tumulto do cotidiano. A bomba vai estourar exatamente onde não precisaria estourar. O sujeito vive intensamente e cercado de situações controversas, daí chega em casa levando tudo aquilo que “engoliu” durante o dia todo… e explode.

E há solução para isto? Sim, tudo é solucionável. Primeiro, é preciso reconhecer que estresse é a resposta que se dá a situações conflitantes, sejam positivas ou negativas. Segundo, é necessário se pereceber a resposta que damos: ela é reativa ou proativa? E terceiro, é vital que a resposta seja sempre proativa e positiva, pois é exatamente essa resposta que faz com que o estresse seja bom ou ruim.

Quando a resposta é negativa e reativa a descarga de adrenalina é intensa, o que faz com que o nosso corpo físico sinta os efeitos negativos, causando a complicações posteriores, pois o estresse sempre se estabelece de mansinho, sem que a pessoa perceba. Exercitar a positividade e a proatividade é um bom caminho, sempre com o acompanhamento médico ou de um profissional da saúde, obviamente.

Portanto, desacelerar o ritmo de vida, fazer caminhadas, meditar, relaxar, deitar-se na rede, ler um bom livro, ir ao cinema (com direito a pipoca), sair com os amigos, namorar, fazer sexo, viajar, passear pelas ruas da cidade, ler poesia, ver uma peça de teatro ou um show de música… tudo isso, e mais um pouquinho, podem trazer um equilíbrio no cotidiano. Mas dar respostas positivas, sem ter reações verbais ou violentas diante de situações complicadas, é o segredo. Uma coisa ajuda a realizar a outra. Perceba isto.

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Ir fundo ou ficar flutuando?

Federico e Camila flutuam na paixão, mas vão fundo no relacionamento e em suas vidas profissionais.

Vinicius de Moraes, cuja essência de vida foi plena poesia, nos deixou um legado. Dentre suas poesias mais vibrantes, uma se destaca pelo jeito e pelo “parafraseamento” de outros autores: o Soneto da Fidelidade. O melhor trecho deste soneto (segundo escolha minha, é claro) é o trecho final: “que não seja imortal, posto que é chama… mas que seja infinito enquanto dure.”

E começo por aí a reflexão de hoje. Nas coisas da nossa vida, seja nos relacionamentos comerciais, seja nos casos amorosos, negligenciamos a “infinitude do momento”. Isso mesmo, caro leitor: olhamos para o passado e para o futuro, deixando de lado o presente. Mas… o pior é que nos atrevemos a ficar alardeando frases e mensagens que indicam o “carpe diem”, sem viver, à exaustão, esse dia e essas coisas.

Acreditamos que o carpe diem é uma mensagem linda, fabulosa… mas não vivemos a plenitude dos acontecimentos. Digo isso das relações profissionais e pessoais. Um casal que vive uma relação mas não vai a fundo nessa relação, não está vivendo em plenitude. E quando falo ir a fundo, não estou falando de casamento ou de viverem felizes para sempre, mas de conectar-se e não deixar que as coisas externas se intrometam nessa relação.

Um relacionamento comercial que tem um dos dois lados cheio de desconfianças ou sem brilho no trabalho… ou até mesmo sem foco na gestão estratégica… também é fadado a ser uma relacionamento em que os dois lados ficam flutuando sementrar a fundo na situação.

Uma frase de John Donne circula pela internet: “O mar é tão profundo na calmaria como na tempestade”. Pena que fiquemos na frase e não vamos a fundo nas atitudes que podem compor um cenário melhor para vivermos, mesmo sabendo que tanto na calmaria, quanto na tempestade, somos a mesma coisa. Pena mesmo… porque somos pretenciosos, falantes… mas pouco práticos, mesmo que a todo momento estejamos dizendo que somos dinâmicos e práticos.

É assim: muita poesia e pouca prosa… muita novela e pouco filme… muito blá-blá-blá e pouca proatividade. O bom disso tudo é que dá para mudar esta situação: a questão é dar prioridade ao que é prioritário… e viver plenamente cada acontecimento da nossa vida.

Vamos aprofundar essa questão? Converse comigo pelo MSN e conheça minhas palestras, treinamentos, consultorias e processos de coaching. Mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br ou telefone: 14-8153-1885.

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Somos o que queremos ser.

Não adianta achar que é de outro jeito. Somos o que queremos ser. E é assim mesmo: construímos a nossa vida através de nossa atitudes. Alguns se encantam, outros se desencantam… e vamos vivendo esta vida, a real, concreta e cíclica vida. Parece um emaranhado de palavras, mas é a pura verdade sobre o cotidiano. Com essas palavras quero dizer que nossas atitudes modificam ou edificam a nossa vida… e as vidas das pessoas que estão à nossa volta.

Tenho percebido isso nos treinamentos e nas palestras que tenho ministrado, nas conversas com amigos e nas percepções que tenho da realidade real. Quando falo em realidade real quero observar que estamos cercados de virtualidades… e não podemos nos enganar mais. Assim vou planejando o meu cotidiano, tentando não me enganar mais.

Outro dia me contaram um fato que exemplifica isso: um pessoa ligou para outra dizendo estar com vontade de comer couve-flor mergulhada no foundi de queijo, mas a verdura deveria estar salpicada com um pó maggi, que dá um gosto especial. Tudo certo! A pessoa comprou… levou para casa… e já ia começar a fazer, quando recebeu uma mensagem: “não vamos comer o foundi porque estou com muito sono”. Frustração total!

No dia seguinte, a pessoa que queria muito comer o tal foundi, mas não quis mais, sequer perguntou a respeito da receita exótica. Apenas tratou de dizer que estava cansada… e que não poderia (de novo) comer o foundi diferente. Outra frustração!

E aí, o que você me diz, caro webleitor? Somos as nossas atitudes ou não? Fim da história: a pessoa que tinha vontade de comer o foundi ficou brava porque a pessoa que havia comprado e ia preparar a receita tinha ficado brava. Entendeu? Ou seja, ninguem mais deve ficar brava com nada e cada um faz o que quiser. Será que seremos felizes? Comentem!

Informações sobre minhas palestras e treinamentos: 14-81531885 ou e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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Humanização e acolhimento em Jaú

Ontem tive uma experiência bacana. Ministrei a palestra “Atitudes eficazes para o sucesso e a felicidade” para servidores da Prefeitura de Jaú. O prefeito municipal, Osvaldo Franceschi Junior, fez a abertura do evento, colocando com muita clareza os objetivos dete programa. O prefeito mostrou-se completamente aberto aos trabalhos de treinamento e desenvolvimento humano para os servidores municipais. Isso é muito bom.

Casa cheia, quase 300 pessoas, e muito ânimo para conhecer os segredos do sucesso e da felicidade. Fiz o meu papel de jogar mais dúvidas do que certezas. Sou contra as palestras motivacionais, que são superficiais e não realizam reflexões mais profundas e vivenciais sobre as inteligências do Homem.

Desenvolver uma palestra vivencial, para mim, é adentrar aos novos (e antigos) paradigmas da saúde corpo-mente, que busca saídas mais “homeopáticas” e profundas para soluções de problemas atuais, como crises nos relacionamentos, stress, auto-estima, atendimento, entre outros.

Ontem a palestra foi bem especial porque apresentamos os projetos da Humaniza Brasil em humanização na saúde a outros atendimentos e o público participou efetivamente e quis entender o íntimo da atitudes.. o que fazer… e não apenas o que é uma atitude eficaz. Voltamos nossa baterias para o entendimento de caminhos possíveis, dando algumas ferramentas que criamos através do Método OM/life.

Depois vamos publicar fotos e outras informações sobre nossa palestra. Quer saber mais ou contratar minhas palestras? Ligue para 14-81531885 ou mande e-mail para escrevapara@reginaldotech.com.br.

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