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	<title>Reginaldo Tech &#187; percepção</title>
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	<description>desenvolvimento humano</description>
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		<title>O que não tem sentido mesmo é truco!</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 02:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reginaldo Tech</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Isso mesmo, caro leitor. Um monte de cartas na mesa&#8230; sem conexão&#8230; sem lógica! Algo assim, pensei eu. Sem conexão e sem lógica. Mas o que tem conexão e lógica? Apenas as ciências exatas, mas eu sempre fui muito ruim para as exatas. Prefiro comer pipoca embaixo do edredon&#8230; ou sentir o cheiro do cinema, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.reginaldotech.com.br/wp-content/uploads/2010/07/30.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1374" style="margin-left: 12px; margin-right: 12px;" title="30" src="http://www.reginaldotech.com.br/wp-content/uploads/2010/07/30-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /></a>Isso mesmo, caro leitor.</strong> Um monte de cartas na mesa&#8230; sem conexão&#8230; sem lógica! Algo assim, pensei eu. Sem conexão e sem lógica. Mas o que tem conexão e lógica? Apenas as ciências exatas, mas eu sempre fui muito ruim para as exatas. Prefiro comer pipoca embaixo do edredon&#8230; ou sentir o cheiro do cinema, com ritual e tudo (e com pipoca). Essa tal soturnidade&#8230; essa tal melancolia. Algo assim.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E eu ouvi, hoje mesmo, o</strong> seguinte desabafo: &#8220;tô numa tristeza que dá vontade de mudar tudo&#8230; começar do zero&#8230; mas é só um sentimento.&#8221; No mesmo instante lembrei-me da tal soturnidade. E o poeta português, Cesário Verde, a dizer: &#8220;há tal <em>soturnidade</em>, há tal melancolia, que as sombras, o bulício, o Tejo, a maresia. Despertam-me um desejo absurdo de sofrer.&#8221; Mas eu não sofri.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estava esperando exatamente</strong> pegar este fio da meada. A ponta do novelo. Rever a minha vontade de começar do zero, igual ao desabafo. Nem perceber as cartas sobre a mesa&#8230; porque elas não tem sentido mesmo&#8230; nem lógica, nem conexão. Isso tudo para não decepcionar-me com a realidade&#8230; porque ela é assim mesmo! Zerar tudo e refazer o (meu) mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Amontoei as palavras,</strong> mas nem todas&#8230; porque eu tinha muito mais a dizer (e não disse). Ou quase disse! Agora estou buscando novas palavras para dizer aquilo que quero e sinto. Inventei a palavra &#8220;desqualidades&#8221;&#8230; porque eu queria uma palavra mais exata. Mas acabei percebendo que a exatidão não me leva a nada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Olhei a foto e busquei</strong> os olhos, os cabelos e a alma&#8230; e, começando a madrugada, percebi mais uma coisa: são três&#8230; os cabelos, os olhos (que irresistivelmente não olham para mim) e a própria pessoa, que tem mãos que afagam o focinho de um bicho que se entrega ao carinho. Isso tudo é surreal, mas eu posso traduzir: &#8220;fazer acontecer&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Talvez começar do zero</strong> seja pouco. Creio que olhar de novo para o que não foi visto, perceber aquilo que acabou de chegar em nossas vidas&#8230; e ter coragem de praticar a mudança (mesmo que isso nos contrarie) são bons caminhos. Por outro lado, acertar essa  dificuldade de perdoar é outro bom começo para se &#8220;começar do zero&#8221;. Eu creio nisso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E creio também que o</strong> Google é o meu pastor&#8230; e quase nada me faltará. A não ser que não tenha pipoca em casa&#8230; ou que eu não tenha mais lágrimas para chorar as cenas do filme Cinema Paradiso. Só sei que a alma não é pequena e eu posso fazer tudo novamente, resgatando quem eu fui, quem eu sou e com quem eu quero passar um tempo da minha vida. Ou&#8230; todo o tempo&#8230; já que eu não sei nada sobre o tempo, mas posso ser sensato, paciente, tolerante e generoso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Achei o fio da meada</strong>&#8230; ou&#8230; o foco para direcionar o meu olhar! Agora é olhar e puxar esse novelo todo para perto de mim.</p>
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		<title>Somos o que queremos ser.</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 22:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Reginaldo Tech</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Humano]]></category>
		<category><![CDATA[atitudes]]></category>
		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>
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		<description><![CDATA[Não adianta achar que é de outro jeito. Somos o que queremos ser. E é assim mesmo: construímos a nossa vida através de nossa atitudes. Alguns se encantam, outros se desencantam&#8230; e vamos vivendo esta vida, a real, concreta e cíclica vida. Parece um emaranhado de palavras, mas é a pura verdade sobre o cotidiano. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Não adianta</strong> achar que é de outro jeito. Somos o que queremos ser. E é assim mesmo: construímos a nossa vida através de nossa atitudes. Alguns se encantam, outros se desencantam&#8230; e vamos vivendo esta vida, a real, concreta e cíclica vida. Parece um emaranhado de palavras, mas é a pura verdade sobre o cotidiano. Com essas palavras quero dizer que nossas atitudes modificam ou edificam a nossa vida&#8230; e as vidas das pessoas que estão à nossa volta.</p>
<p><strong>Tenho percebido</strong> isso nos treinamentos e nas palestras que tenho ministrado, nas conversas com amigos e nas percepções que tenho da realidade real. Quando falo em realidade real quero observar que estamos cercados de virtualidades&#8230; e não podemos nos enganar mais. Assim vou planejando o meu cotidiano, tentando não me enganar mais.</p>
<p><strong>Outro dia</strong> me contaram um fato que exemplifica isso: um pessoa ligou para outra dizendo estar com vontade de comer couve-flor mergulhada no foundi de queijo, mas a verdura deveria estar salpicada com um pó maggi, que dá um gosto especial. Tudo certo! A pessoa comprou&#8230; levou para casa&#8230; e já ia começar a fazer, quando recebeu uma mensagem: &#8220;não vamos comer o foundi porque estou com muito sono&#8221;. Frustração total!</p>
<p><strong>No dia seguinte</strong>, a pessoa que queria muito comer o tal foundi, mas não quis mais, sequer perguntou a respeito da receita exótica. Apenas tratou de dizer que estava cansada&#8230; e que não poderia (de novo) comer o foundi diferente. Outra frustração!</p>
<p><strong>E aí, o que você me diz</strong>, caro webleitor? Somos as nossas atitudes ou não? Fim da história: a pessoa que tinha vontade de comer o foundi ficou brava porque a pessoa que havia comprado e ia preparar a receita tinha ficado brava. Entendeu? Ou seja, ninguem mais deve ficar brava com nada e cada um faz o que quiser. Será que seremos felizes? Comentem!</p>
<p><strong>Informações</strong> sobre minhas palestras e treinamentos: 14-81531885 ou e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.</p>
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