Reginaldo Tech

Coaching Político

Vamos falar (sinceramente) sobre atendimento na saúde

No Brasil existe um paradoxo. Pronto! A frase está errada… porque no Brasil existem muitos paradoxos. Mas um deles é vital: o atendimento na saúde, seja público ou privado. Tenho trabalhado com gestão estratégica e humanizada na saúde em unidades de saúde da rede pública e em hospitais ou empresas ligadas a área… e quero falar um pouco sobre isso. Já começo por um diagnóstico realizado: o ponto fundamental desse trabalho é a necessidade de uma gestão estratégica e resolutiva.

Digo isso porque percebo que este é o processo mais proveitoso para realizar mudanças para um bom atendimento e a consequente melhoria das relações de trabalho e de qualidade de vida para os trabalhadores da saúde. Porém, a situação pode não ser tão simples, já que existe uma dificuldade de mudanças, tanto na maneira que os trabalhadores atendem, quanto na visão dos gestores públicos e privados.

Nos trabalhos da Humaniza Brasil e junto com vários outros profissionais de saúde, gestão de atendimento e gestão de pessoas, tenho implantado dispositivos de gestão estratégica e humanização em alguns lugares e, proximamente, teremos resultados sobre isso para publicar.

Para ampliar a reflexão sobre o tema, quero queo leitor perceba uma situação: na maioria das unidades de saúde e hospitais que realizei algum trabalho, percebi que o modo de atendimento e o fluxo de passagem do usuário pelo lugar são antiquados e tradicionais, sem um mínimo de modernidade, mesmo que na visão do atendimento. isso não se deve ao fato à falta de dispositivos ou políticas públicas, mas exatamente à falta de concretização real de mudanças.

Claro que uma roda de conversas é importante, mas ela deve ser resolutiva. Não dá mais para ficarmos em extensas reuniões que não chegam a lugar nenhum. Nem mesmo os treinamentos teóricos dão conta de solucionar tantos problemas. O segredo está na implantação de soluções resolutivas e realistas.

Mas… como se realizar isto? Definitivamente, percebo que o caminho é o treinamento vivencial, com rodas de conversa que façam diagnósticos e realizem mudanças, prática de gestão estratégica e implantação de comunicação integrada, acolhimento e humanização.

Tudo isso não é simples conversa, mas um caminho que tenho percorrido com muita vontade de ver as coisas funcionando. Tenho recebido apoio de secretários de saúde, prefeitos, trabalhadores e gestores da saúde, já que pratico o modo vivencial, abrindo espaço para a participação e a discussão sobre os problemas reais do cotidiano.

Penso e faço assim. Se quiser conversar sobre o tema, pode me chamar no MSN . Meu e-mail é escrevapara@reginaldotech.com.br e o fone: 14-8153-1885.

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Humanização na saúde também se faz compartilhando ideias e soluções

Tenho viajado bastante, trabalhado muito, mas também descansado um bocado, além de escrever sempre nos blogs onde atuo. Isso tudo me faz muito feliz. E não é uma felicidade passageira, mas algo que me encanta e permanece sempre. Carrego meu notebook e a internet por onde vou e fico conectado sempre.

Isto é um pedaço da minha vida… e que vida maravilhosa! Hoje, ao abrir meus e-mails, fiquei mais feliz ainda. Recebi um contato da psicóloga Sonia Cardoso Moreira Garcia, que trabalha com humanização na saúde em Resende e Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro. No e-mail, Sonia conta do seu trabalho em humanização e acolhimento, mas vou deixar para ela falar sobre isso no blog da Humaniza Brasil.

Quero apenas dizer da satisfação em receber elogios e críticas das pessoas. As críticas as pessoas mesmo divulgam, mas os elogios divulgamos nós. Que ironia, não é mesmo? A Sonia, que tem trabalhos intensos e extensos em humanização nas cidades onde atua, me disse: “tenho visitado seu site (blog) e sinto-me presenteada por tê-lo encontrado. Suas idéias, suas sugestões e seus caminhos dentro da humanização na e da saúde tem me enriquecido muito!”

É isso: compartilhar! O segredo não está no elogio, mas no uso das ideias. A rede serve exatamente para isto… um compartilhar de ideias, textos, informações. Algumas pessoas não conseguem ainda conviver com isto, mas é questão de tempo. Várias ideias, fotos e posts inteiros meus já foram “copiados” em outros blogs… e isto é bom demais.

A autoria após a publicação é algo quase inexistente. Compartilhar e deixar todos usarem para melhorar o mundo. É isso que deve acontecer com as boas ideias. E se eu as tenho é por causa das pessoas que me ensinaram. Portanto, vamos compartilhar para realizar concretamente a humanização e o acolhimento na e da saúde, com bem disse a Sonia. E é exatamente assim!

* Imagem retirada do blog de Graça Mourão, que você também deve visitar.

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Política Nacional de Humanização: você sabe o que é?

ambiente_saude_segurancaHistoricamente, muitos brasileiros ergueram a Política Nacional de Humanização. Desde David Capistrano da Costa Filho, médico sanitarista, secretário de saúde de Bauru e de Santos e prefeito de Santos, um dos ícones da implantação do SUS… passando pela Dra. Eliana Ribas, que foi coordenadora do Programa Nacional de Humanização Hospitalar, no Ministério da Saúde, entre 2000 e 2002… por Gastão Wagner de Souza Campos, ex-secretário executivo do Ministério da Saúde, tido como responsável e mentor da implantação da política nacional de humanização… até os atuais trabalhadores, profissionais e militantes do Sistema Único de Saúde, que são responsáveis pela execução (ou não) das práticas de humanização e acolhimento.

No fundo, a política nacional de humanização tornou-se um bem público, já que o trabalho de tantos agentes da sáude tem feito da PNH algo concreto, dentro das ideias e das práticas dos gestores e trabalhadores da saúde. O coordenador da PNH, Dário Pasche, em entrevista ao blog da Humaniza Brasil afirmou: “a PNH é um modo de fazer. É uma certa forma de introduzir mudanças nos modos de gerir e nos modos de cuidar em saúde. Este modo é chamado de método da inclusão: para mudar as práticas de saúde e de gestão é necessário que incluamos todas as pessoas, redes e movimentos sociais, transformando estas mudanças em resultados de processo de negociação e pactuação entre sujeitos.”

Quando se olha o trabalho na ponta, ou seja, nas unidades de saúde, percebe-se que dois caminhos se estabelecem: quando as práticas é dirigida pelas ideias de humanização e acolhimento, estabelecidas dentro da PNH; e quando as práticas se distanciam da PNH. Num exercício metafórico, poderíamos dizer que sem a PNH, a saúde é algo como um jogo de boliche, onde você joga a bola e fica esperando para ver quantos pinos vão cair. O contrario, a saúde movida pela política nacional de humanização é como um jogo de pinball, onde é preciso estar sempre atento, movimentando-se e militando para que usuários e trabalhadores tenham verdadeira qualidade.

E falando em militância, não podemos esquecer do enorme quadro de pessoas que milita, na essência da palavra, em defesa do SUS e da política nacional de humanização. E estas pessoas estão espalhadas pelo Brasil, nas unidades de saúde, postos, centros… e todos os lugares onde se realiza o atendimento à população. Estas pessoas estão também na internet, como por exemplo na Rede HumanizaSUS, uma rede social colaborativa, que se constroi como uma grande mesa de debates sobre a PNH. Não dá para se falar em humanização na saúde sem dialogar na mesa da Rede HumanizaSUS.

Mas as redes não param por aí. O Orkut tem muitas comunidades que abarcam pessoas (militantes ou não) da humanização na saúde. Só nesta comunidade do Orkut (que tem várias outras) são mais de 83 mil pessoas inseridas de alguma forma em humanização na saúde. O Via6 também tem… e o Banco de Saúde é outra rede social com comunidade de humanização na saúde. Percebe-sem, entao, que a política nacional de humanização realmente deu certo, já que ultrapassou os limites dos mapas, com tantos consultores do HumanizaSUS trabalhando pelo Brasil, tantas pessoas pensando e falando sobre humanização, tantos corações pulsando a mesma energia: humanização e acolhimento na saúde do brasileiro!

Nós da Humaniza Brasil, há quase dois anos, estamos participando desse movimento, colocando nossas profissões para a disseminação da missão que é a “humanização na saúde”. Defendemos, por onde passamos, o Sistema Único de Saúde e a Política Nacional de Humanização, apesar de não termos qualquer ligação com o Ministério da Saúde. O nosso trabalho já tem o respeito de muitas instituições que trabalhamos. Esta é também a nossa missão, pois o SUS e a PNH, na verdade, somos todos nós. A força aglutina energia… e a vida se faz de forma concreta.

Se você quer saber mais sobre a política nacional de humanização, entre no site do Ministério da Saúde, clicando aqui. Se quer ler o texto da política nacional de humanização, clique aqui. Participe da Rede HumanizaSUS, clicando aqui. E se quer saber mais sobre a Humaniza Brasil, ligue para: 14-8153-1885 ou 61-8136-2384. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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Vote contra o ATO MÉDICO: humanização na saúde vai perder, se lei for aprovada como está. A lei é importante, mas precisa de mudanças.

cartaz_ato_medico5O projeto de lei do Senado (PLS 268/02), que altera a regulamentação da profissão de médico é o tema da nova enquete da Agência Senado, em parceria com a Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública do Senado (Sepop). A enquete – “você é a favor ou contra a regulamentação do exercício da medicina nos termos do projeto PLS 268/02?” – ficará no ar até o fim de dezembro e pode ser acessada na página principal da Agência.

O chamado projeto do “ato médico” trata das atividades restritas aos médicos e tem provocado debates também entre os demais profissionais do setor de saúde. Durante a tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) em 2006, porém, a relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) preferiu retirar do texto a expressão “ato médico”, dada a polêmica envolvida. Em seu lugar, a relatora usou a expressão “atividades privativas dos médicos”.

Na verdade, várias partes do projeto deveriam ser retiradas e não apenas a expressão ATO MÉDICO. Retirando-se esta expressão, a relatora apenas maquiou o projeto. Este projeto, não tenho dúvidas, é muito importante, mas não pode significar a reserva de mercado para os profissionais da medicina, que tanto precisam auxiliar no trabalho de humanização na saúde.

Em nossa caminhada pela humanização na saúde, através dos projetos da Humaniza Brasil, muitos médicos têm se posicionado a favor de um movimento mais forte dos próprios médicos em favor da humanização e do acolhimento, já que estes profissionais têm papel essencial no atendimento. Porém, ainda é pouco o número de médicos conscientes desse processo.

Se você quer saber mais sobre a Humaniza Brasil e seus projetos em humanização na saúde, gestão estratégica e humanizada na saúde e qualidade de vida, ligue para 14-8153-1885, 61-8136-2384  ou 44-9900-2013. E-mail: contato@humanizabrasil.org.br.

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O SUS que dá certo!

desen_hum_-humanizaEssa frase é sempre motivadora de discórdias e de bons acordos, quando se distute o sistema de saúde brasileiro. O SUS que dá certo pode ser um sonho para muitos brasileiros, que enfrentam filas e agendas sempre lotadas de ambulatórios de especialidades. Mas pode ser também o caminho para a reestruturação de sistemas municipais de saúde.

Em português mais claro, falo aqui o que respondi para uma pessoa no Twitter, quando ela me refletiu sobre a boa estrutura, as boas propostas e o péssimo atendimento nas unidades de saúde: “falta vontade política para se resolver o problema”. Algo em comum em muitas cidades do país.

Os recursos existem, mas a vontade política é pouca em muitos lugares. Os bons exemplos são apenas bons exemplos, pois nem sempre são copiados. E vamos conversando, conversando, conversando… e percebendo que precisamos fazer um esforço danado para convencer os gestores de que é preciso trabalhos vivenciais para se mudar as velhas práticas.

A saúde está nas mãos. às vezes, de pessoas que estão mais preocupadas com números do que com gente; mais preocupadas com dispositivos do que com práticas que viabilizem as estruturas; mais preocupadas com reuniões vazias de concreticidades e cheias de lero-lero. É preciso inverter esta situação e fazer valer o desenvolvimento humano como foco para se construir o SUS que dá certo!

E assim vai a saúde no Brasil. O Ministério da Saúde tem uma estrutura (organização, programas, ações) invejável, com propostas que realmente resolvem situações, mas as prefeituras estão distantes disso, porque falta a tal da vontade política. Ou seja: é preciso ir direto ao ponto e resolver os problemas dos usuários. Defender o SUS é um princípio importante.

Já preparei a palestra que dou hoje em Macatuba sobre humanização na saúde nos 20 anos do SUS. Agora é começar o movimento, já que em Macatuba, os gestores, a secretária de saúde e o prefeito, junto com seu gabinete, querem construir um SUS que realmente dá certo. A Humaniza Brasil participa efetivamente desse trabalho.

Ligue para mim e conheça melhor o meu trabalho: 14-81531885. Ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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Treinamentos mudam rotina das pessoas

Desde o ano passado, quando iniciamos os novos projetos da Humaniza Brasil, relacionados à humanização na saúde, coaching executivo e o método OM/life de empreendedorismo, talento, liderança e gerenciamento pessoal, realizamos mais de 150 palestras e treinamentos vivenciais. Todos estão sendo monitorados por nós e pela equipe da Humaniza Brasil. Este monitoramento pretende sempre realizar avaliação qualitativa e percepção de resultados.

O saldo de tudo isto está na mudança da rotina da maioria das pessoas envolvidas nos treinamentos, sejam no setor público ou no corporativo, individual ou em grupo. O trabalho de humanização na saúde vai ganhando fôlego maior, em virtude da crescente solicitação de prestação desse serviço por parte das secretarias municipais de saúde e de outros projetos realcionados à política nacional de humanização, proposto pelo Ministério da Saúde.

imagem3No campo corporativo,  colaboradores e empresas, na forma institucional, estão abrindo turmas de coaching executivo em grupo, que utiliza o Método OM/life, que começa a colher excelentes resultados na rotina das pessoas, modificando o cotidiano pessoal, profissional e social.

Esses treinamentos são desenvolvidos sempre dentro das necessidades das pessoas envolvidas, buscando-se o diagnóstico da realidade para projeção de resultados possíveis. Todo o trabalho é baseado na gestão de pessoas, com ênfase no desenvolvimento humano e na qualidade de vida, e tem como matriz prático-teórica os ensinamentos da biopsicologia, da saúde corpo-mente, da neurolinguística, do marketing pessoal e da inteligência emocional e social.

Quer mais informações ou contratar meus treinamentos e palestras, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

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Congresso de secretários de saúde de SP tem movimento intenso

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Desde ontem à noite acontece em Guarulhos o XXIII Congresso de Secretários de Saúde do Estado de São Paulo, promovido pelo COSEMS/SP. Este ano o tema é “Regionalização solidária e pacto pela saúde -  o protagonismo dos municípios”. A proposta é rediscutir os principais pontos tirados na Carta de Bauru, documento final do Congresso que aconteceu na cidade de Bauru no ano passado.

Esse aprofundamento das ideias a respeito do sistema público de saúde é necessário uma vez que, cada vez mais, os municípios se tornam comprometidos a resolver através de gestão própria todas as situações do setor. Exemplo disso, é a união de decretarias de saúde da região de Bauru, através de consórcio, para gerir o sistema do Ambulatório de Especialidade, que está nas mãos do Hospital Estadual da cidade.

Vale lembrar um trecho ca Carta de Bauru, tirada no Congresso de 2008: “Em 2007, os municípios não contaram com apoio, nem técnico nem financeiro, do MS e da SES/SP para desenvolverem ações de Educação Permanente, e isto teve impacto negativo na maioria dos municípios. Como entidade representativa do conjunto dos Secretários Municipais de Saúde do nosso Estado, o COSEMS/SP deve fazer uma leitura, a mais realista possível, dos problemas do SUS, mas não pode deixar de reconhecer os avanços conseguidos ao longo de 20 anos de sua história.”

Portando, o Congresso de Secretários de Saúde do Estado de São Paulo tem papel preponderante no andamento dos processos de humanização na saúde e a ideia central é tornar os municípios ainda mais protagonistas desta situação. Nos treinamentos de humanização na saúde que estamos realizando em várias cidades do estado, temos batido muito nesse eixo de discussão.

Tornar a saúde humanizada é uma missão inteiramente possível, basta que a capacitação seja cercada de vivências, práticas resolutivas e avaliações qualitativas, realizadas também por todos os trabalhadores da saúde envolvidos nos treinamentos. Mais informações, ligue para 14-81531885 ou mande e-mail: escrevapara@reginaldotech.com.br.

O Congresso, que acontece em Guarulhos, vai até o dia 29.

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Consórcio para ambulatório na região de Bauru faz parte da humanização na saúde

humanizaA vocação de liderança reginal começa a despontar na região de Bauru, onde 18 representantes da área da saúde de municípios se reuniram para discutir a criação de um consórcio para administração do AME, o ambulatório de especialidades, que passa por grave problema, segunda a imprensa da região.

O prefeito de Bauru, Rodrigo Agostinho, disse entender “que a administração do AME pelos próprios municípios que serão beneficiados com o funcionamento dele e o trabalho realizado de forma integrada será positivo para todos”. O encontro contou com prefeitos de Arealva, Avaí, Piratininga, Pirajuí, Agudos e Piratininga, e secretários de Saúde de Pederneiras, Borebi, Duartina, Iacanga, Reginópolis, Macatuba, Presidente Alves e Lucianópolis. O grupo aguarda uma audiência com o secretário de Estado da Saúde Luiz Roberto Barradas para avaliar a viabilidade do plano.

Outros pontos de discussão durante a reunião foram  o Samu Regional, a regulação de vagas, protocolo de encaminhamentos, maior resolutividade em processos gerenciais, produção de sistemas de logística e até assessoria técnica aos municípios em uma etapa mais avançada.

A nosso ver, tudo isto “desemboca” em um posterior trabalho de humanização do atendimento, que já pode ser iniciado nos municípios envolvidos, inclusive com campanha para os usuários a repeito de humanização, acolhimento e utilização do sistema de saúde.

A Humaniza Brasil está atenta a todo este processo, podendo auxiliar em trabalhos de treinamentos, palestras, assessoria, consultoria e criação de campanhas. Mais detalhes, ligue para 14-81531885 ou faça contato pelo e-mail: contato@humanizabrasil.org.br.doe-orgaos

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