Você consegue mudar alguém? Vivemos querendo isto… e nunca dá certo. É que vivemos errado, tentando coisas que vão contra a regularidade das situações. As pessoas e as coisas são exatamente como são, apesar da obviedade da frase. E não precisamos mudar ninguém… porque as coisas acontecem como cada um quer que aconteça. Caso contrário, haverá uma situação artificial e nada será transparente.
Este é um dos “nós” que as pessoas vivem nos relacionamentos, sejam afetivos ou de amizade, sejam familiares ou sociais. Este “nó” acontece porque, ao invés de aceitarmos as pessoas e as coisas como elas são, ficamos tentando idealizar e construir algo que, simplesmente, não existe.
Isto é aceitação, ou seja, o mundo como ele é. Não podemos brigar contra as coisas desse mundo. Mas isto não significa resignação, no sentido mais negativo da palavra… não significa entregar os pontos e se submeter às coisas e às pessoas. O ponto exato, neste momento, é perceber a diferença entre aceitação e submissão. Este processo faz crescer a qualidade de vida das pessoas e, obviamente, melhora a saúde, que fica mais humanizada.
Objetivamente, posso aceitar as pessoas como elas são, mas isto não precisa signifcar que vou conviver com elas do jeito que elas são, se isto não me faz bem. A escolha precisa ser minha: aceito e convivo ou aceito mas não convivo. E assim vai a vida… e vamos desatando os “nós” que encontramos pelo caminho. Aceitar é realizar o acolhimento. Querer mudar e fazer das pessoas aquilo que nós gostaríamos que elas fossem é ir contra a natureza.
Quer saber mais sobre minhas palestras, treinamentos e consultorias, ligue para 14-8153-1885 ou escrevapara@reginaldotech.com.br. Leia o blog da Humaniza Brasil.

Hoje, comecei o dia lendo o filósofo indiano Osho. Já fiz um post para o blog da Humaniza Brasil e agora quero compartilhar um outro pensamento do filósofo: “Aristóteles definiu o homem como um ser racional. O homem não é racional, e é bom que não o seja. O homem é 99% irracional, e é bom que seja assim porque, através da irracionalidade, tudo o que é belo e amável existe. Através da razão, matemática; através da desrazão, poesia. Através da razão, ciência; através da desrazão, religião. Através da razão, mercado, dinheiro, rúpias, dólares; através da desrazão, amor, canção, dança. Não, é bom que o homem não seja um ser racional. O homem é irracional.”
E foi a Sylvia que me disse assim: “muitas das coisas que o vento leva, se perdem no tempo, viram pó”. E eu, como de costume, retruquei: “que nada, o vento leva e a brisa traz de volta… se vira pó é porque não havia interesse algum naquilo”. E ela, com seu ar inspirador retornou: “ahhh… mas normalmente quando o vento leva é porque não tem mais interesse naquilo”. Eu continuei: “às veze o vento leva sem a nossa permissão”. E a conversa foi tentando ir para um caminho de confluência.
Nesse treinamento, que já venho realizando com 4 grupos, vamos treinando a prática de organizar, criar métodos e agenda… com qualidade de vida. Exatamente isto. Daí, cada pessoa pode perceber coisas, modificar comportamentos, verificar pendências… e realizar a vida em sua plenitude. Está dando certo, pelo menos é isto que estamos percebendo.
Postei no
Somos seres da vida… e não podemos ficar prostrados diante da realidade. Muito menos indignados com tanta miséria e negatividades. É preciso correr o risco de viver a interdependência e assumir a vida como ela é, inserindo sonhos e ousadias, com o mesmo nível de respeito que temos por um filho ou por uma mãe. Essa é a ética da vida.